Uma terceira tomada de decisão pelo paciente relaciona-se à escolha da especialidade de que necessita. Ter um médico de confiança é útil para orientar caminhos.
Uma quarta tomada de decisão pelo paciente corresponde ao direito ao princípio da autonomia, materializado no consentimento ou não à recomendação médica. Este item que demanda muito aprendizado do médico para bem lidar ao longo de sua carreira, alinha-se ao desenvolvimento de habilidades sobre o paternalismo, o brando, a conscientização sobre o significado ético e legal de não estar autorizado pelo paciente a fazer o recomendável em resposta ao não consentimento.
Uma quinta tomada de decisão pelo paciente refere-se ao cumprimento ou não da recomendação recebida, como a adesão domiciliar a prescrições.
Uma sexta tomada de decisão pelo paciente diz respeito ao retorno para avaliar a evolução clínica.
A Bioética da Beira do leito entende essencial que o paciente que toma decisões precisa estar bem informado acerca de beneficências e maleficências sobre os métodos em questão.
Quem é o melhor orientador? É o planejador de decisões em saúde, mas pode chamá-lo de médico. Ele atende!