O médico contemporâneo tem obrigações éticas com a beneficência, não maleficência, autonomia e equidade e deveres morais com a conexão à pessoa do paciente, a responsabilidade com a dinâmica dos cuidados e a visão de circunstâncias psicossociais intervenientes. Fragmentações comprometem o equilíbrio necessário e, em consequência, a qualidade do atendimento.
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