Pacientes na terminalidade da vida requerem gastos que muitos entendem desperdícios financeiros como fossem objetos que não vale reparos porque perderam a utilidade, assim, desprezando a dignidade humana.
Uma linha de pensamento é que o suicídio assistido associado a diagnósticos como câncer avançado abreviaria a vida em não mais do que poucas semanas e permitiria o uso mais vantajoso dos recursos para a saúde da população em geral.
Tendo esta consideração como hipótese, um estudo da University of Calgary, no Canadá, concluiu que a antecipação da morte pelo suicídio assistido determinaria uma economia anual de $139 milhões em relação ao dispêndio com a atenção à morte natural. Os autores ressalvam que os resultados não devem incentivar a eutanásia. http://news.nationalpost.com/news/0124-na-assisted-dying.
