No processo de comunicação com o paciente, pontos iniciais diferentes provocam estimativas distintas, quando não deveriam. É fenômeno causado por enviesamentos cognitivos após o ponto de partida determinado pela informação dada pelo médico, segundo estudos de Amos Tversky e Daniel Kahneman.
É sabido que expressar ao paciente chance de sobrevida é de 92% traz mais otimismo do que lhe dizer que a chance de mortalidade é de 8%.
