Há uma linha de pensamento que coloca a memória no mesmo sistema que constrói imaginação sobre o futuro. Esta visão construtivista sobre o passado e o futuro pode justificar como a experiência clínica de médicos sustenta apreciações apriorísticas de prognóstico de intercorrências em procedimentos- analogia com um mestre do xadrez que prevê qual será o resultado alguns lances depois.
