Na beira do leito, a interação humano-máquina não representa dois agentes equivalentemente autônomos, a máquina existe numa relação de heteronomia com o agente humano, pois muito embora ela possa ter graus significativos de independência quanto aos meios pelos quais atinge seus fins, estes são escolhidos pelo humano, inclusive por alguém distinto daquele que interage com a máquina
