<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss"
	xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#"
	
	>
<channel>
	<title>
	Comentários sobre: 20-Meu smartphone, minhas bactérias	</title>
	<atom:link href="https://bioamigo.com.br/meu-smartphone-minhas-bacterias/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://bioamigo.com.br/meu-smartphone-minhas-bacterias/</link>
	<description>Aplicação da Bioética na beira do leito para profissionais da saúde</description>
	<lastBuildDate>Mon, 10 Nov 2014 23:01:54 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>
	<item>
		<title>
		Por: Carlos Alberto Pessoa Rosa		</title>
		<link>https://bioamigo.com.br/meu-smartphone-minhas-bacterias/#comment-18</link>

		<dc:creator><![CDATA[Carlos Alberto Pessoa Rosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2014 23:01:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://bioamigo.com.br/?p=407#comment-18</guid>

					<description><![CDATA[Max, isto é que podemos chamar de complexidade de rede. Não demora e estaremos aviando medicamentos para smartphones. A ideia do plástico é interessante, lembrou-me das pessoas que saem para passear com seus cães e têm toda uma técnica para pegar as fezes sem entrar em contato com elas. Não demora, teremos aparelhos com películas que liberam antibiótico para combater bactérias... Mas essa história, já conhecemos muito bem, as bactérias sabem se defender, criam resistência... Será que o caminho é esse mesmo? Agora, um fato, o sujeito coloca a roupa cirúrgica, ajeita o smartphone no bolso, lava as mãos, já no centro cirúrgico pega o tal e deixa com a enfermeira da sala ou com o anestesista... Seria questão de pensarmos se o paciente deitado poderia ou não contaminar o smartphone...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Max, isto é que podemos chamar de complexidade de rede. Não demora e estaremos aviando medicamentos para smartphones. A ideia do plástico é interessante, lembrou-me das pessoas que saem para passear com seus cães e têm toda uma técnica para pegar as fezes sem entrar em contato com elas. Não demora, teremos aparelhos com películas que liberam antibiótico para combater bactérias&#8230; Mas essa história, já conhecemos muito bem, as bactérias sabem se defender, criam resistência&#8230; Será que o caminho é esse mesmo? Agora, um fato, o sujeito coloca a roupa cirúrgica, ajeita o smartphone no bolso, lava as mãos, já no centro cirúrgico pega o tal e deixa com a enfermeira da sala ou com o anestesista&#8230; Seria questão de pensarmos se o paciente deitado poderia ou não contaminar o smartphone&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
