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	<title>Bioamigo</title>
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	<description>Aplicação da Bioética na beira do leito para profissionais da saúde</description>
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		<title>1833 &#8211; Dupla verificação?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Prof. Dr. Max Grinberg]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 12:23:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bioética]]></category>
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					<description><![CDATA[O direito ao não consentimento à recomendação médica pelo paciente é conquista da sociedade brasileira ao longo do século XX. A orientação de 1929, nosso primeiro código de ética, era que o enfermo deve implícita obediência às prescrições médicas, as quais não lhe é permitido alterar de maneira algum e ao final do século o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O direito ao não consentimento à recomendação médica pelo paciente é conquista da sociedade brasileira ao longo do século XX. A orientação de 1929, nosso primeiro código de ética, era que o enfermo deve implícita obediência às prescrições médicas, as quais não lhe é permitido alterar de maneira algum e ao final do século o texto transformou-se para é vedado ao médico efetuar qualquer procedimento médico sem o esclarecimento e o consentimento prévios do paciente, salvo em iminente perigo de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">O ideal é que o duo proceder ao esclarecimento/obter consentimento seja desenvolvido no decorrer de cada etapa diagnóstica, terapêutica e preventiva, assim, fortalecendo a conexão médico &#8211; paciente.</p>
<p style="text-align: justify;">A realização deste dever ético não se restringe ao teor da informação produzida pelo médico e ao nível de captação como de fato compreensão pelo paciente, em princípio um leigo em medicina e ciências da saúde em geral. Inclui a definição dos momentos da comunicação bilateral, trazendo a reboque a responsabilidade dos profissionais envolvidos pelo ato.</p>
<p style="text-align: justify;">Mentalizemos um atendimento ambulatorial rotineiro de primeira vez. Após os cumprimentos, desenvolvem-se a captação da anamnese e a prática do exame físico. A anamnese inclui-se no qualquer procedimento de que fala o texto do Código, mas na prática é praticamente desnecessária a solicitação do consentimento, ele é tradicionalmente tácito. Para o exame físico, o habitual é tão somente uma palavra educada do médico como dá licença, vou examinar.</p>
<p style="text-align: justify;">É a seguir que, na prática, passa a valer de fato a eticidade da dupla esclarecimento/consentimento. Quando se procedem a necessidades de complementação diagnóstico e/ou orientações terapêuticas e preventivas.</p>
<p style="text-align: justify;">Na solicitação de exames complementares, três aspectos se destacam: a razão de beneficência do exame, a técnica a ser utilizada e eventuais riscos de adversidades. É importante definir se a responsabilidade ética pelo consentimento é tão somente do solicitante ou cabe também ao efetor do exame complementar. Especialmente em relação à técnica que será aplicada e a eventuais adversidades  em potencial.</p>
<p style="text-align: justify;">Cabe a questão: O efetor de um exame invasivo, por exemplo, deve confiar que o solicitante cumpriu o ritual do esclarecimento/consentimento ou deve realizá-lo integralmente, mesmo que possa ser uma repetição, ou numa denominação de dupla verificação?-</p>
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		<title>1832 &#8211; Comitê de Bioética</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Prof. Dr. Max Grinberg]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 12:14:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bioética]]></category>
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					<description><![CDATA[A pós-graduação sensu lato é fundamental para a aquisição de um nível ético aceitável na atuação na área da saúde. Vale dizer, a graduação é insuficiente para evitar imperícias, imprudências ou negligências. Ao longo do aprendizado sob supervisão, o jovem profissional adquire competência para se conduzir com perícia, prudência e zelo. Competência reúne conhecimentos, habilidades [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A pós-graduação sensu lato é fundamental para a aquisição de um nível ético aceitável na atuação na área da saúde. Vale dizer, a graduação é insuficiente para evitar imperícias, imprudências ou negligências. Ao longo do aprendizado sob supervisão, o jovem profissional adquire competência para se conduzir com perícia, prudência e zelo.</p>
<p style="text-align: justify;">Competência reúne conhecimentos, habilidades e atitudes. O foco predominante é sobre a matéria tecnocientífica, critérios diagnósticos, fundamentos terapêuticos, técnicas cirúrgicas, interação com imagens. Predomínio dos conhecimentos e das habilidades clínicas e intervencionistas.</p>
<p style="text-align: justify;">A medicina baseada em evidências suporta o tecnocientífico, organiza por força de recomendação e por certeza de evidência, possui atualizações periódicas, possibilita a integração com a experiência de fato vivenciada. Sustenta uma universalidade, ponto de partida para eventuais ajustes em respeito às individualidades.</p>
<p style="text-align: justify;">A atitude tem sido menos valorizado na perspectiva pedagógica. Não há atendimento sem exercício de comunicação entre agente e paciente, por exemplo, com cenários múltiplos, como anamnese, recomendação, consentimento, prognóstico e evolução, exigentes de pensamentos, falas e audiências  e, habitualmente,  sob influência de sentimentos e emoções.</p>
<p style="text-align: justify;">O tecnocientífico de acordo com a maior beneficência e menor maleficência  &#8211; aplicação ética &#8211; pode resultar em benefícios e malefícios em função de receptividades biológicas dos pacientes, presumindo-se que há probabilidades conhecidas para as distintas circunstâncias clínicas. Os resultados atitudinais são mais imponderáveis em função de caráter, personalidade e temperamento. A doença, o estado clínico, a repercussão pessoal, familiar e profissional tem um forte viés idiossincrásico e que costuma desafiar as mais experientes conexões profissional da saúde &#8211; paciente/familiar.</p>
<p style="text-align: justify;">Desafios, dilemas e conflitos de natureza atitudinal não faltam ao longo dos atendimentos e carecem diretrizes com atualizações periódicas. A Bioética, contudo, contribui com rumos ajustados ao ético e ao legal. Hospitais contam com Comitê de Bioética (COBI) formado por membros interessados e capacitados a auxiliar os colaboradores a lidar com embaraços de atitudes na conexão profissional da saúde &#8211; paciente/familiar. As demandas têm sido, contudo, aquém das necessidades que sabemos existir. Pense no COBI do seu hospital como você pensa em diretriz clínica no desenvolvimento da sua pós-graduação. Utilize-o à vontade sempre que necessário, quer de maneira preventiva, quer de maneira resolutiva.  Alô Bioética!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Enquete 2178 &#8211; Prognóstico e consentimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Prof. Dr. Max Grinberg]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 10:43:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Enquete Bioamigo Opina]]></category>
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					<description><![CDATA[A discussão sobre prognóstico é essencial para sustentar a decisão do paciente em consentir ou não com a recomendação médica]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A discussão sobre prognóstico é essencial para sustentar a decisão do paciente em consentir ou não com a recomendação médica</p>
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		<title>Enquete 2177 &#8211; Estatuto dos direitos do paciente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Prof. Dr. Max Grinberg]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 12:23:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Enquete Bioamigo Opina]]></category>
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					<description><![CDATA[O estatuto dos direitos do paciente recém promulgado enfatiza o valor da Bioética]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O estatuto dos direitos do paciente recém promulgado enfatiza o valor da Bioética</p>
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		<title>Enquete 2176 &#8211; Representante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Prof. Dr. Max Grinberg]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 14:03:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Enquete Bioamigo Opina]]></category>
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					<description><![CDATA[O paciente adulto e capaz é soberano para indicar representante de sua confiança em internação hospitalar]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O paciente adulto e capaz é soberano para indicar representante de sua confiança em internação hospitalar</p>
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		<title>1831- A porosidade do princípio da autonomia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Prof. Dr. Max Grinberg]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 11:17:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bioética]]></category>
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					<description><![CDATA[AST é um homem adulto, capaz, portador de estenose aórtica com área valvar extremamente reduzida, ultimamente apresentando episódios repetidos de síncope e que se recusa a se submeter a uma intervenção terapêutica. A equipe que o assiste ao final das recomendações privilegia o direito do paciente ao princípio da autonomia, ou seja, respeita o não [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">AST é um homem adulto, capaz, portador de estenose aórtica com área valvar extremamente reduzida, ultimamente apresentando episódios repetidos de síncope e que se recusa a se submeter a uma intervenção terapêutica. A equipe que o assiste ao final das recomendações privilegia o direito do paciente ao princípio da autonomia, ou seja, respeita o não consentimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Certo dia, o familiar que convive com AST e não consegue dissuadi-lo do não consentimento o flagra arrumando vários comprimidos de um medicamento tarja preta na intenção de um suicídio. Consegue evitar o ato, numa atitude de heteronomia.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguém da equipe médica lembra na próxima consulta que o artigo 31 do Código de Ética Médica contém a ressalva do iminente risco de morte evitável em relação ao respeito ao direito à autonomia pelo paciente. Uma discussão sobre o risco de morte súbita associado à estenose aórtica grave e sintomática não chega a um consenso sobre o enquadramento do caso em iminência de morte, o termo iminente trouxe divergências de interpretação.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma questão dominou a parte final da discussão: caso coubesse o enquadramento como seria o desenvolvimento das ações que culminariam com a colocação do paciente adulto, cognitivamente capaz, independente na mesa hospitalar para a realização do procedimento? Alguém citou uma ordem judicial, outro questionou como o hospital reagiria, a dinâmica da eventual determinação não evoluiu. Foi também  lembrado que se o paciente portasse uma diretiva antecipada de vontade o seu não consentimento poderia ter mais impacto do que a tão somente expressão momentânea de vontade.</p>
<p style="text-align: justify;">Um membro da equipe lembrou que o Supremo Tribunal Federal ao reforçar o direito do paciente Testemunha de Jeová de se recusar a receber transfusão de sangue de outra pessoa incluiu &#8220;ainda que sob risco de morte&#8221; na redação do parecer, assim trazendo uma interpretação conflitante com a ressalva do artigo 31. O médico entendia que o que vale para o não consentimento por motivo religioso deve valer para qualquer justificativa pessoal de não consentimento pelo paciente.</p>
<p style="text-align: justify;">Pouco tempo depois AST teve morte súbita, os conhecidos souberam que havia morrido de morte natural. Uma discussão do caso levado ao  Comitê de Bioética do hospital enfatizou as fronteiras cinzentas quanto ao chamado melhor interesse do paciente e quanto às dualidades zelo/negligência e prudência/imprudência.</p>
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		<title>1830 &#8211; Saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Prof. Dr. Max Grinberg]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2026 10:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bioética]]></category>
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					<description><![CDATA[A tendência crescente da média de expectativa de vida da população brasileira atingiu cerca de 76 anos para os homens e 80 anos para as mulheres. Sob aspecto médico, o passar dos anos aumenta a chance do número individual de comorbidades. A questão prática é: Um idoso (a) com certo número de comorbidades pode ser [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;" role="paragraph">A tendência crescente da média de expectativa de vida da população brasileira atingiu cerca de 76 anos para os homens e 80 anos para as mulheres.</div>
<div role="paragraph">Sob aspecto médico, o passar dos anos aumenta a chance do número individual de comorbidades.</div>
<div role="paragraph">A questão prática é: Um idoso (a) com certo número de comorbidades pode ser entendido como alguém com saúde?</div>
<div role="paragraph">A Bioética da Beira do leito enfatiza que o número de anos isoladamente é uma variável menor na avaliação sobre a saúde. Importam de fato as capacidades de adaptação e autogestão aos desafios de ordem <em>Física</em> &#8211; proteger-se contra danos &#8211;  <em>Emocional</em> &#8211; enfrentar situações difíceis &#8211; e <em>Social</em> &#8211; cumprir obrigações, portar-se com independência.</div>
<div role="paragraph">Há uma lacuna entre cronologia e biologia, ou seja, mais do que o número de aniversários, a presença de diagnósticos, o que dá via saudável é a condição biológica relacionada à  disposição e ao funcionamento dos órgãos com variáveis imunológicas, metabólicas, inflamatórias, vasculares e cognitivas, inclusive sob influência controladora da beneficência farmacêutica.</div>
<div style="text-align: justify;" role="paragraph">A medicina sempre se preocupou em reverter situações de não tratamento, de falha de controle e, mais recentemente, da prevenção, do interesse na redução dos chamados fatores de risco e na adesão a estilo saudável de vida. A biologia mais importante do que a cronologia.</div>
<div style="text-align: justify;" role="paragraph">A Bioética da Beira do leito entende que a cronologia é tão somente um ponto inicial da avaliação sobre saúde.</div>
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		<title>Enquete 2175 &#8211; Natureza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Prof. Dr. Max Grinberg]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Apr 2026 10:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Enquete Bioamigo Opina]]></category>
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					<description><![CDATA[A dependência da saúde do ser humano ás condições da natureza é tema de interesse da Bioética]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A dependência da saúde do ser humano ás condições da natureza é tema de interesse da Bioética</p>
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		<title>Enquete 2174 &#8211; Foco na idade cronológica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Prof. Dr. Max Grinberg]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 10:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Enquete Bioamigo Opina]]></category>
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					<description><![CDATA[O foco quase que exclusivo na idade cronológica avançada com associação e maior potencial de danos sem avaliações biológicas é passível de sustentar equívocos em tomadas de decisão clínica]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<pre id="tw-target-text" class="tw-data-text tw-text-large tw-ta" dir="ltr" tabindex="-1" role="text" data-placeholder="Tradução" data-ved="2ahUKEwiuoMTUpM-TAxVOCLkGHWIaMKUQ3ewLegQIDBAW" aria-label="Texto traduzido: Pesquisas têm revelado cada vez mais a discrepância entre cronologia e biologia.

Uma abordagem para avaliar a reserva fisiológica. Uma estrutura composta que integre informações moleculares, imunológicas, metabólicas e em nível de órgãos poderia oferecer uma estimativa mais precisa da idade biológica do que qualquer métrica isolada. Uma pontuação composta poderia aprimorar o julgamento clínico, ajudando os médicos a distinguir idosos robustos que poderiam se beneficiar de certos tipos de terapia daqueles cuja reserva fisiológica limitada exige cautela. Em cuidados preventivos, tal pontuação poderia ser usada para identificar pessoas que deveriam receber intervenção mais precoce ou mais intensiva, apesar de uma idade cronológica relativamente jovem.

A avaliação com base biológica poderia melhorar a precisão e a equidade clínica, desde que a estratificação de risco seja usada para antecipar possíveis problemas e mitigá-los — por meio de monitoramento personalizado, cuidados de suporte ou intervenções preventivas — em vez de justificar a suspensão de serviços ou a aceitação de resultados desfavoráveis.

A idade cronológica continuará sendo familiar e fácil de determinar, mas suas limitações como marcador do estado biológico de uma pessoa tornaram-se cada vez mais evidentes. À medida que a capacidade da medicina de mensurar diversos aspectos do envelhecimento se expande, continuar a focar na idade cronológica nas avaliações pode contribuir para imprecisões e desigualdades. Decisões baseadas na idade biológica podem capturar melhor a heterogeneidade da resiliência e vulnerabilidade fisiológicas entre as pessoas.
A idade cronológica pode continuar a servir como um ponto de referência inicial no atendimento clínico, mas acredito que ela não deva mais funcionar como um indicador indiscutível de reserva fisiológica. Integrar avaliações de idade biológica — sejam elas derivadas de padrões moleculares, perfis inflamatórios, medidas vasculares ou avaliações cognitivas e funcionais — ao atendimento clínico oferece uma oportunidade para refinar a estratificação de risco, personalizar o atendimento e basear as decisões médicas mais precisamente nos fatores fisiológicos que impulsionam os resultados. A adoção de tais ferramentas exigiria cautela. As pontuações compostas precisariam ser calculadas com o uso de métodos transparentes, passar por uma padronização robusta e ser acompanhadas por diretrizes claras para interpretação clínica. Na prática, essas avaliações funcionariam como complementos às estruturas clínicas existentes, contextualizando os limiares com base na idade cronológica, particularmente quando os resultados provavelmente seriam afetados por fatores fisiológicos.
A forma como os médicos medem a idade influencia a tomada de decisões clínicas, e basear-se excessivamente na idade cronológica pode obscurecer a complexidade do envelhecimento. Uma abordagem com maior embasamento biológico se mostra promissora para alinhar o cuidado clínico às realidades fisiológicas."><span class="Y2IQFc" lang="pt">O foco quase que exclusivo na idade cronológica avançada com associação e maior potencial de danos sem avaliações biológicas é passível de sustentar equívocos em tomadas de decisão clínica
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</span></pre>
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		<title>Enquete 2173 &#8211; Nome social</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 11:51:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Enquete Bioamigo Opina]]></category>
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					<description><![CDATA[O médico é eticamente obrigado a  chamar o paciente pelo nome social informado]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O médico é eticamente obrigado a  chamar o paciente pelo nome social informado</p>
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