<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss"
	xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#"
	
	>
<channel>
	<title>
	Comentários sobre: Enquete 1- A bula	</title>
	<atom:link href="https://bioamigo.com.br/enquete-1-a-bula/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://bioamigo.com.br/enquete-1-a-bula/</link>
	<description>Aplicação da Bioética na beira do leito para profissionais da saúde</description>
	<lastBuildDate>Mon, 10 Nov 2014 23:30:06 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>
	<item>
		<title>
		Por: Carlos Alberto Pessoa Rosa		</title>
		<link>https://bioamigo.com.br/enquete-1-a-bula/#comment-8</link>

		<dc:creator><![CDATA[Carlos Alberto Pessoa Rosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2014 23:30:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://bioamigo.com.br/?p=274#comment-8</guid>

					<description><![CDATA[O profissional deve conhecer os efeitos colaterais mais frequentes e intensos do medicamento prescrito, com certeza. Só assim poderá orientar o paciente. As bulas seguem as normas da ANVISA, são gigantescas e monstruosas, tem um caráter defensivo, sem dúvida. Entretanto, o que vemos hoje é um desconhecimento profissional sobre os efeitos mais frequentes. Veja a história desse paciente: procura otorrino por apresentar tontura, é medicado com flunarizina, começa a apresentar depressão e tremor nos membros. Vai ao psiquiatra que lhe receita um antidepressivo e ao neurologista que o trata como portador de doença de Parkinson. Chega na consulta com flunarizina, pamelor e levodopa, não conseguindo se manter em pé. Exame clínico com sinais claros de hipotireoidismo, confirmado por exame laboratorial. Vejamos: o psiquiatra não se importou com o uso da flunarizina e seu potencial efeito depressivo, o neurologista também não reconheceu no tremor um possível efeito colateral do mesmo medicamento. Pior, nenhum dos três pensou em uma doença endócrina. Conclusão: seria interessante os pacientes se preocuparem com as bulas se os médicos não estão preocupados com os efeitos colaterais dos medicamentos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O profissional deve conhecer os efeitos colaterais mais frequentes e intensos do medicamento prescrito, com certeza. Só assim poderá orientar o paciente. As bulas seguem as normas da ANVISA, são gigantescas e monstruosas, tem um caráter defensivo, sem dúvida. Entretanto, o que vemos hoje é um desconhecimento profissional sobre os efeitos mais frequentes. Veja a história desse paciente: procura otorrino por apresentar tontura, é medicado com flunarizina, começa a apresentar depressão e tremor nos membros. Vai ao psiquiatra que lhe receita um antidepressivo e ao neurologista que o trata como portador de doença de Parkinson. Chega na consulta com flunarizina, pamelor e levodopa, não conseguindo se manter em pé. Exame clínico com sinais claros de hipotireoidismo, confirmado por exame laboratorial. Vejamos: o psiquiatra não se importou com o uso da flunarizina e seu potencial efeito depressivo, o neurologista também não reconheceu no tremor um possível efeito colateral do mesmo medicamento. Pior, nenhum dos três pensou em uma doença endócrina. Conclusão: seria interessante os pacientes se preocuparem com as bulas se os médicos não estão preocupados com os efeitos colaterais dos medicamentos.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
