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	<title>História da Medicina &#8211; Bioamigo</title>
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	<description>Aplicação da Bioética na beira do leito para profissionais da saúde</description>
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	<title>História da Medicina &#8211; Bioamigo</title>
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		<title>HM 59 &#8211; 1843 Motivação para ética por escrito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Prof. Dr. Max Grinberg]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Mar 2025 10:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História da Medicina]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; ÉTICA MÉDICA (1843) Temos o prazer de constatar que a Faculdade de Medicina e Philadelphia Medical Society, duas das mais antigas e instituições médicas mais eficientes do país, estão empenhadas em elaborar um código de leis para regular a conduta profissional de seus membros. Houve, há muitos anos, um entendimento tácito entre o corpo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<pre class="tw-data-text tw-text-large tw-ta" dir="ltr" data-placeholder="Tradução" data-ved="2ahUKEwjwvcL2jPWKAxUgs5UCHb-dELoQ3ewLegQIChAU" aria-label="Texto traduzido: Nos últimos anos, no entanto, o número de médicos aumentou rapidamente e, como consequência, há uma competição mais acirrada e existem tentações mais fortes para se desviar do caminho da retidão e da integridade. Há menos comunidade de sentimentos e interesses, os laços de companheirismo são enfraquecidos e velhos marcos são perdidos de vista na busca ávida por fama ou fortuna. Este estado de sentimento está constantemente se tornando mais evidente; e embora haja uma forte influência neutralizante existe em grande parte da profissão, há ainda é uma necessidade urgente de um código escrito de leis que definirá claramente os deveres dos médicos; e um cuja infração deverá tornar o médico responsável por uma perda de quaisquer privilégios ou influência que ele possa derivam da comunhão com a porção mais honrosa de seus companheiros. O charlatanismo profissional é, infelizmente, uma tendência crescente mal, e não podemos deixar de saudar o movimento atual em a parte dos órgãos médicos mencionados, como mais medida oportuna e salutar, bem calculada para elevar o caráter da profissão, e ampliar muito seu utilidade. Anexamos um resumo das “regras de conduta” aprovada na reunião da Sociedade Médica, realizada no 1º inst. Essas regras foram relatadas por um comitê nomeado para revisar o estatuto social e pretende fazer parte dessas leis. O modo de procedimento contra esses membros do A sociedade que violar estas disposições, ainda está sob discussão, e provavelmente será decidido na reunião que será realizada esta noite. Esperamos que a profissão seja totalmente representado na ocasião"><span class="Y2IQFc" lang="pt">
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<p id="tw-target-text" class="tw-data-text tw-text-large tw-ta" dir="ltr" style="text-align: center;" data-placeholder="Tradução" data-ved="2ahUKEwjwvcL2jPWKAxUgs5UCHb-dELoQ3ewLegQIChAU" aria-label="Texto traduzido: ÉTICA MÉDICA. Temos o prazer de saber que a Faculdade de Medicina e Philadelphia Medical Society, duas das mais antigas e instituições médicas mais eficientes do país, são cada um empenhado em elaborar um código de leis para regular o conduta profissional de seus membros. Houve, há muitos anos, um entendimento tácito entre os grande corpo de médicos na Filadélfia, em referência a os princípios gerais que devem regular o relacionamento entre eles. Os membros mais proeminentes da profissão, durante o último meio século, têm sido homens distinguidos igualmente por seus talentos e realizações, e por seu alto senso de honra e integridade profissional. Desta classe estavam Rush, Kuhn, Wistar, Parke, Griffiths, Moore, James, Physick, Parrish e outros, que estiveram entre os fundadores e primeiros membros da Faculdade de Médicos. Esses homens deram um tom ao caráter médico da Filadélfia, e criado por seus por exemplo, um alto padrão de moral profissional. Nestas circunstâncias, a necessidade de uma lei escrita quase não foi sentido"><span class="Y2IQFc" lang="pt"><span style="font-size: 24pt;">ÉTICA MÉDICA (1843)</span></span></p>
<p class="tw-data-text tw-text-large tw-ta" dir="ltr" style="text-align: justify;" data-placeholder="Tradução" data-ved="2ahUKEwjwvcL2jPWKAxUgs5UCHb-dELoQ3ewLegQIChAU" aria-label="Texto traduzido: ÉTICA MÉDICA. Temos o prazer de saber que a Faculdade de Medicina e Philadelphia Medical Society, duas das mais antigas e instituições médicas mais eficientes do país, são cada um empenhado em elaborar um código de leis para regular o conduta profissional de seus membros. Houve, há muitos anos, um entendimento tácito entre os grande corpo de médicos na Filadélfia, em referência a os princípios gerais que devem regular o relacionamento entre eles. Os membros mais proeminentes da profissão, durante o último meio século, têm sido homens distinguidos igualmente por seus talentos e realizações, e por seu alto senso de honra e integridade profissional. Desta classe estavam Rush, Kuhn, Wistar, Parke, Griffiths, Moore, James, Physick, Parrish e outros, que estiveram entre os fundadores e primeiros membros da Faculdade de Médicos. Esses homens deram um tom ao caráter médico da Filadélfia, e criado por seus por exemplo, um alto padrão de moral profissional. Nestas circunstâncias, a necessidade de uma lei escrita quase não foi sentido"><span class="Y2IQFc" lang="pt"><br />
Temos o prazer de constatar que a Faculdade de Medicina e Philadelphia Medical Society, duas das mais antigas e instituições médicas mais eficientes do país, estão empenhadas em elaborar um código de leis para regular a conduta profissional de seus membros. </span></p>
<p class="tw-data-text tw-text-large tw-ta" dir="ltr" style="text-align: justify;" data-placeholder="Tradução" data-ved="2ahUKEwjwvcL2jPWKAxUgs5UCHb-dELoQ3ewLegQIChAU" aria-label="Texto traduzido: ÉTICA MÉDICA. Temos o prazer de saber que a Faculdade de Medicina e Philadelphia Medical Society, duas das mais antigas e instituições médicas mais eficientes do país, são cada um empenhado em elaborar um código de leis para regular o conduta profissional de seus membros. Houve, há muitos anos, um entendimento tácito entre os grande corpo de médicos na Filadélfia, em referência a os princípios gerais que devem regular o relacionamento entre eles. Os membros mais proeminentes da profissão, durante o último meio século, têm sido homens distinguidos igualmente por seus talentos e realizações, e por seu alto senso de honra e integridade profissional. Desta classe estavam Rush, Kuhn, Wistar, Parke, Griffiths, Moore, James, Physick, Parrish e outros, que estiveram entre os fundadores e primeiros membros da Faculdade de Médicos. Esses homens deram um tom ao caráter médico da Filadélfia, e criado por seus por exemplo, um alto padrão de moral profissional. Nestas circunstâncias, a necessidade de uma lei escrita quase não foi sentido"><span class="Y2IQFc" lang="pt">Houve, há muitos anos, um entendimento tácito entre o corpo de médicos na Filadélfia, em referência aos princípios gerais que devem regular o relacionamento entre eles. </span></p>
<p class="tw-data-text tw-text-large tw-ta" dir="ltr" style="text-align: justify;" data-placeholder="Tradução" data-ved="2ahUKEwjwvcL2jPWKAxUgs5UCHb-dELoQ3ewLegQIChAU" aria-label="Texto traduzido: ÉTICA MÉDICA. Temos o prazer de saber que a Faculdade de Medicina e Philadelphia Medical Society, duas das mais antigas e instituições médicas mais eficientes do país, são cada um empenhado em elaborar um código de leis para regular o conduta profissional de seus membros. Houve, há muitos anos, um entendimento tácito entre os grande corpo de médicos na Filadélfia, em referência a os princípios gerais que devem regular o relacionamento entre eles. Os membros mais proeminentes da profissão, durante o último meio século, têm sido homens distinguidos igualmente por seus talentos e realizações, e por seu alto senso de honra e integridade profissional. Desta classe estavam Rush, Kuhn, Wistar, Parke, Griffiths, Moore, James, Physick, Parrish e outros, que estiveram entre os fundadores e primeiros membros da Faculdade de Médicos. Esses homens deram um tom ao caráter médico da Filadélfia, e criado por seus por exemplo, um alto padrão de moral profissional. Nestas circunstâncias, a necessidade de uma lei escrita quase não foi sentido"><span class="Y2IQFc" lang="pt">Os membros mais proeminentes da profissão, durante o último meio século, têm sido distinguidos igualmente por seus talentos e realizações, e por seu alto senso de honra e integridade profissional, incluindo fundadores e primeiros membros da Faculdade de Médicos.</span></p>
<p class="tw-data-text tw-text-large tw-ta" dir="ltr" style="text-align: justify;" data-placeholder="Tradução" data-ved="2ahUKEwjwvcL2jPWKAxUgs5UCHb-dELoQ3ewLegQIChAU" aria-label="Texto traduzido: ÉTICA MÉDICA. Temos o prazer de saber que a Faculdade de Medicina e Philadelphia Medical Society, duas das mais antigas e instituições médicas mais eficientes do país, são cada um empenhado em elaborar um código de leis para regular o conduta profissional de seus membros. Houve, há muitos anos, um entendimento tácito entre os grande corpo de médicos na Filadélfia, em referência a os princípios gerais que devem regular o relacionamento entre eles. Os membros mais proeminentes da profissão, durante o último meio século, têm sido homens distinguidos igualmente por seus talentos e realizações, e por seu alto senso de honra e integridade profissional. Desta classe estavam Rush, Kuhn, Wistar, Parke, Griffiths, Moore, James, Physick, Parrish e outros, que estiveram entre os fundadores e primeiros membros da Faculdade de Médicos. Esses homens deram um tom ao caráter médico da Filadélfia, e criado por seus por exemplo, um alto padrão de moral profissional. Nestas circunstâncias, a necessidade de uma lei escrita quase não foi sentido"><span class="Y2IQFc" lang="pt">Eles deram um tom ao caráter médico da Filadélfia, e criaram por seus exemplos, um alto padrão de moral profissional. Nestas circunstâncias, a necessidade de uma lei escrita quase não foi sentida. </span></p>
<p class="tw-data-text tw-text-large tw-ta" dir="ltr" style="text-align: justify;" data-placeholder="Tradução" data-ved="2ahUKEwjwvcL2jPWKAxUgs5UCHb-dELoQ3ewLegQIChAU" aria-label="Texto traduzido: ÉTICA MÉDICA. Temos o prazer de saber que a Faculdade de Medicina e Philadelphia Medical Society, duas das mais antigas e instituições médicas mais eficientes do país, são cada um empenhado em elaborar um código de leis para regular o conduta profissional de seus membros. Houve, há muitos anos, um entendimento tácito entre os grande corpo de médicos na Filadélfia, em referência a os princípios gerais que devem regular o relacionamento entre eles. Os membros mais proeminentes da profissão, durante o último meio século, têm sido homens distinguidos igualmente por seus talentos e realizações, e por seu alto senso de honra e integridade profissional. Desta classe estavam Rush, Kuhn, Wistar, Parke, Griffiths, Moore, James, Physick, Parrish e outros, que estiveram entre os fundadores e primeiros membros da Faculdade de Médicos. Esses homens deram um tom ao caráter médico da Filadélfia, e criado por seus por exemplo, um alto padrão de moral profissional. Nestas circunstâncias, a necessidade de uma lei escrita quase não foi sentido"><span class="Y2IQFc" lang="pt">Nos últimos anos, no entanto, o número de médicos aumentou rapidamente e, como consequência, há uma competição mais acirrada e existem tentações mais fortes para desvio do caminho da retidão e da integridade. Há menos comunidade de sentimentos e interesses, os laços de companheirismo são enfraquecidos e velhos marcos são perdidos de vista na busca ávida por fama ou fortuna. </span></p>
<p class="tw-data-text tw-text-large tw-ta" dir="ltr" style="text-align: justify;" data-placeholder="Tradução" data-ved="2ahUKEwjwvcL2jPWKAxUgs5UCHb-dELoQ3ewLegQIChAU" aria-label="Texto traduzido: ÉTICA MÉDICA. Temos o prazer de saber que a Faculdade de Medicina e Philadelphia Medical Society, duas das mais antigas e instituições médicas mais eficientes do país, são cada um empenhado em elaborar um código de leis para regular o conduta profissional de seus membros. Houve, há muitos anos, um entendimento tácito entre os grande corpo de médicos na Filadélfia, em referência a os princípios gerais que devem regular o relacionamento entre eles. Os membros mais proeminentes da profissão, durante o último meio século, têm sido homens distinguidos igualmente por seus talentos e realizações, e por seu alto senso de honra e integridade profissional. Desta classe estavam Rush, Kuhn, Wistar, Parke, Griffiths, Moore, James, Physick, Parrish e outros, que estiveram entre os fundadores e primeiros membros da Faculdade de Médicos. Esses homens deram um tom ao caráter médico da Filadélfia, e criado por seus por exemplo, um alto padrão de moral profissional. Nestas circunstâncias, a necessidade de uma lei escrita quase não foi sentido"><span class="Y2IQFc" lang="pt">Este estado de sentimento está constantemente se tornando mais evidente e, embora haja uma forte influência neutralizante em grande parte da profissão, há ainda uma necessidade urgente de um código escrito de leis que definirá claramente os deveres dos médicos; e cuja infração deverá tornar o médico responsável pela perda de privilégios ou influência na comunhão com a porção mais honrosa de seus companheiros. </span></p>
<p class="tw-data-text tw-text-large tw-ta" dir="ltr" style="text-align: justify;" data-placeholder="Tradução" data-ved="2ahUKEwjwvcL2jPWKAxUgs5UCHb-dELoQ3ewLegQIChAU" aria-label="Texto traduzido: ÉTICA MÉDICA. Temos o prazer de saber que a Faculdade de Medicina e Philadelphia Medical Society, duas das mais antigas e instituições médicas mais eficientes do país, são cada um empenhado em elaborar um código de leis para regular o conduta profissional de seus membros. Houve, há muitos anos, um entendimento tácito entre os grande corpo de médicos na Filadélfia, em referência a os princípios gerais que devem regular o relacionamento entre eles. Os membros mais proeminentes da profissão, durante o último meio século, têm sido homens distinguidos igualmente por seus talentos e realizações, e por seu alto senso de honra e integridade profissional. Desta classe estavam Rush, Kuhn, Wistar, Parke, Griffiths, Moore, James, Physick, Parrish e outros, que estiveram entre os fundadores e primeiros membros da Faculdade de Médicos. Esses homens deram um tom ao caráter médico da Filadélfia, e criado por seus por exemplo, um alto padrão de moral profissional. Nestas circunstâncias, a necessidade de uma lei escrita quase não foi sentido"><span class="Y2IQFc" lang="pt">O charlatanismo profissional é, infelizmente, uma tendência crescente e não podemos deixar de saudar o movimento atual dos órgãos médicos mencionados como medida oportuna e salutar, bem calculada para elevar o caráter da profissão e ampliar seu utilidade. Anexamos um resumo das “regras de conduta” aprovada em reunião da Sociedade Médica. Essas regras foram relatadas por um comitê nomeado para revisar o estatuto social e pretende fazer parte dessas leis. O modo de procedimento contra membros da sociedade que violarem estas disposições, ainda está sob discussão, e será decidido em na reunião. Esperamos que a profissão seja totalmente representado na ocasião.</span></p>
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 1. Publicar suas qualificações, segredo ou patente de medicamentos ou instrumentos.
 2. Relatar sua prática, inclusive cirúrgica em outras obras que não médicas.
3. Publicar em trabalhos que não sejam médicos, qualquer artigo refletindo sobre a profissão para realçar seus próprios méritos, ou subestimar os outros praticantes.
4. Praticar ou sancionar qualquer sistema de charlatanismo ou impostura.</span></pre>
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		<title>HM 58- Noel Rosa, seu ingresso na Faculdade de Medicina deu samba</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Prof. Dr. Max Grinberg]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Dec 2021 12:09:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Bioamigo, creio que os médicos nunca se esquecem da Faculdade em que se formaram. Tenho pensamentos recorrentes sobre a minha Faculdade de Medicina da Universidade do Brasil, o nome quando lá entrei, depois Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro, já durante o curso, em 1965, a eterna Praia Vermelha. O prédio [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Bioamigo, creio que os médicos nunca se esquecem da Faculdade em que se formaram. Tenho pensamentos recorrentes sobre a minha Faculdade de Medicina da Universidade do Brasil, o nome quando lá entrei, depois Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro, já durante o curso, em 1965, a eterna <em>Praia Vermelha</em>. O prédio não mais existe a não ser na memória saudosista. Tenho um caco da demolição, distribuído por um colega de turma que foi lá chorar escutando <em>Saudoso Maloca</em> de Adoniram Barbosa ( João Rubinato, 1912-1982).</p>
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<div class="PZPZlf hb8SAc" data-attrid="description" data-hveid="CB8QAQ" data-ved="2ahUKEwj1nIDpg_b0AhUTrJUCHb6kDmIQziAoAHoECB8QAQ">
<div style="text-align: justify;"><span style="text-align: justify;">Recentemente, achei </span><em style="text-align: justify;">Biografia de uma Faculdade, </em><span style="text-align: justify;">Editora Atheneu, na minha estante de livros. São 208 páginas escritas por George Doyle Maia (1921-2017). Ele foi colega de turma (1939-1944) do meu pai e me deu aulas de histologia. O livro me fez recordar dos bons tempos idealistas, por exemplo, da canção </span><em style="text-align: justify;">Nicodemo:</em></div>
</div>
</div>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino, serif;">O Nicodemo. O jalaoba (bis)</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino, serif;">O esqueleto da Faculdade</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino, serif;">Tava guardado na criolina</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino, serif;">Mas já acordou e já gritou </span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino, serif;">Que a maioral é a Medicina</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino, serif;">A Nacional de Medicina é a escola papa-fina</span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Também tive a oportunidade de rever fatos históricos, entre eles, o curioso constante às páginas 85 e 86, que compartilho com o bioamigo.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-33360" src="https://bioamigo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Noel3-167x300.jpg" alt="" width="167" height="300" srcset="https://bioamigo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Noel3-167x300.jpg 167w, https://bioamigo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Noel3-7x12.jpg 7w, https://bioamigo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Noel3.jpg 362w" sizes="(max-width: 167px) 100vw, 167px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-33357" src="https://bioamigo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Noel1-212x300.jpg" alt="" width="212" height="300" srcset="https://bioamigo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Noel1-212x300.jpg 212w, https://bioamigo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Noel1-725x1024.jpg 725w, https://bioamigo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Noel1-768x1085.jpg 768w, https://bioamigo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Noel1-1087x1536.jpg 1087w, https://bioamigo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Noel1-1449x2048.jpg 1449w, https://bioamigo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Noel1-8x12.jpg 8w, https://bioamigo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Noel1-scaled.jpg 1811w" sizes="(max-width: 212px) 100vw, 212px" />Noel Rosa (1910-1937) foi aprovado no vestibular para a Faculdade de Medicina em 1931. Teve passagem efêmera, mas não silenciosa. A Medicina inspirou-lhe compor o samba <em>Coração</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino, serif;">Coração, grande órgão propulsor</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino, serif;">Transformador do sangue venoso em arterial</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino, serif;">Coração, não és sentimental</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino, serif;">Mas, entretanto, dizem que és o cofre da paixão</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino, serif;">Coração, não estás do lado esquerdo</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino, serif;">Nem tampouco do direito,</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino, serif;">Ficas no centro do peito, eis a verdade</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino, serif;">Tu és pro bem-estar do nosso sangue</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino, serif;">O que a casa do correção é para o bem da humanidade</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino, serif;">Coração do sambista brasileiro</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino, serif;">Quando bate no pulmão faz as batidas do pandeiro</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino, serif;">Eu afirmo sem nenhuma pretensão</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino, serif;">Que a paixão faz dor no crânio</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino, serif;">Mas não ataca o coração</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino, serif;">Conheci um sujeito convencido </span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino, serif;">Com mania de grandeza i instinto de nobreza</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino, serif;">Por saber que sangue azul é nobre</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino, serif;">Gastou todo seu cobre para pensar no seu futuro</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino, serif;">Não achando quem lhe arrancasse as veias </span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino, serif;">Onde corre sangue impuro </span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino, serif;">Viajou a procurar de norte a sul</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino, serif;">Alguém que conseguisse encher-lhe as veias</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino, serif;">Com azul-de-metileno</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino, serif;">Pra ficar com sangue azul</span></strong></p>
<p>O samba, apesar das barbaridades anatômicas e fisiológicas, fez sucesso. Alertado sobre os erros, procurou corrigi-los nas edições impressas. Pior a emenda que o soneto:</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino, serif;">Coração grande órgão propulsor </span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: 'book antiqua', palatino, serif;">Distribuidor de sangue arterial em venoso</span></strong></p>
<p>Pouco depois, abandonou o curso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Ivan Lins - Coração (Noel Rosa)" width="800" height="600" src="https://www.youtube.com/embed/aI-fT_4a_cA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: center;">
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		<title>HM 57- Machado-Guerreiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Prof. Dr. Max Grinberg]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jul 2021 10:07:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História da Medicina]]></category>
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					<description><![CDATA[Nasceram no mesmo ano de 1885. Astrogildo Machado, em agosto, na cidade paulista de São José dos Campos e Cezar Guerreiro, em setembro, no Belém do Pará. Eles vieram a se conhecer no Rio de Janeiro e ambos foram contratados no Instituto Manguinhos, no mesmo ano de 1911. O diretor deste tradicional Centro de Pesquisa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nasceram no mesmo ano de 1885. <img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-large wp-image-31313" src="https://bioamigo.com.br/wp-content/uploads/2021/07/MachadoGuerreiro11-1024x576.jpg" alt="" width="800" height="450" srcset="https://bioamigo.com.br/wp-content/uploads/2021/07/MachadoGuerreiro11-1024x576.jpg 1024w, https://bioamigo.com.br/wp-content/uploads/2021/07/MachadoGuerreiro11-300x169.jpg 300w, https://bioamigo.com.br/wp-content/uploads/2021/07/MachadoGuerreiro11-768x432.jpg 768w, https://bioamigo.com.br/wp-content/uploads/2021/07/MachadoGuerreiro11-18x10.jpg 18w, https://bioamigo.com.br/wp-content/uploads/2021/07/MachadoGuerreiro11.jpg 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" />Astrogildo Machado, em agosto, na cidade paulista de São José dos Campos e Cezar Guerreiro, em setembro, no Belém do Pará. Eles vieram a se conhecer no Rio de Janeiro e ambos foram contratados no Instituto Manguinhos, no mesmo ano de 1911.</p>
<p style="text-align: justify;">O diretor deste tradicional Centro de Pesquisa era Oswaldo Gonçalves Cruz (1872-1917), quem enviara o mineiro de cidade de Oliveira, Carlos Ribeiro Justiniano das Chagas (1879-1934), para combater a malária, em 1907, endemia que prejudicava a construção da Estrada de Ferro Central do Brasil no seu estado natal.</p>
<p style="text-align: justify;">No vilarejo de Lassance, Chagas revelou ótimo senso clínico fora de ambulatório e enfermaria, mais precisamente, nas casas de pau a pique dos habitantes. Com objetividade e alta capacidade de trabalho, ele descobriu, praticamente sozinho, a Tripanosomíase Americana em seus aspectos clínicos, epidemiológicos, parasitológicos e anatomopatológicos. Acertou na mosca, ou melhor, no mosquito, com escassos recursos.</p>
<p style="text-align: justify;">Chagas percebeu o papel do triatomídio -vetor que cuidava tanto de si, chupando sangue, quanto do então denominado Schizotripano, infestando uma nova pessoa-hospedeiro. Era a carona que promovia mais parasitemia humana em prol da perpetuação da espécie e que se tornava etiopatogenia de megacorações, megaesôfagos e megacólons.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1909, Carlos Chagas, então com 30 anos de idade, tirou o passaporte para a celebridade. Veio na forma da publicação de Nova Tripanozomía Humana, em Memórias do Instituto Oswaldo Cruz, um artigo bilíngue, em verdade um pequeno tratado sobre a doença com 60 páginas em duas colunas: a da esquerda escrita em português e a da direita em alemão, uma sacada genial de comunicação científica para a fama imediata. À época, não se preparava um paper, o atual anglicismo era um germânico manuskript.</p>
<p style="text-align: justify;">E neste passaporte do reconhecimento internacional, em 1921, foi aposto um visto de entrada numa comunidade selecionadíssima- quer dizer, quase foi.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste ano, Chagas, aos 42 anos de idade, foi pré-escolhido para receber o Prêmio Nobel de Medicina (o mesmo ano em que Albert Einstein foi laureado em Física). Não ganhou, mas também não perdeu para outro- vã consolação-, pois o valor monetário não foi distribuído para ninguém, tendo sido depositado num fundo especial do Prêmio Nobel.</p>
<p style="text-align: justify;">A contrariedade teria sido obra de incríveis forças de outros países invejosos? Infelizmente, diz a História, foram ilustres cientistas compatriotas de Chagas que desaconselharam a Academia Sueca, quando esta solicitou aos órgãos brasileiros informações pessoais e profissionais sobre o indicado à láurea.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, à época, a doença de Carlos Chagas tinha sido colocada sob suspeita por acadêmicos que não conseguiam enxergar as evidências, sabe lá por quais razões. Por isso, a pesquisa e o ensino sobre a doença de Carlos Chagas estavam naquele início da década de 20 muito reduzidos nas nossas universidades. Para se ter uma ideia do prestígio internacional renegado em terra natal, o holandês Willen Einthoven (1860-1927) só foi indicado para o Prêmio Nobel em Medicina em 1924, cerca de 20 anos após ter inventado o galvanômetro de corda, precursor do eletrocardiógrafo.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma irreparável mácula na história da Academia Nacional de Medicina. Nestes 100 anos subsequentes, a Medicina brasileira não teve nova chance.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim que Chagas voltou ao Rio de Janeiro, as pesquisas sobre a endemia continuaram no Instituto Manguinhos. Oswaldo Cruz chamou Astrogildo (cunhado de Carlos Chagas) e Cezar e deu-lhes a tarefa de analisar aspectos da nova doença nos laboratórios daquela instituição.</p>
<p style="text-align: justify;">Quatro anos após a publicação do artigo original de Carlos Chagas surgiu: <em>Da reação de Bordet e Gengou na moléstia de Carlos Chagas como elemento diagnóstico</em>, na revista Brasil Medico em 1913, sob autoria de Guerreiro e Machado. Tratava-se do emprego de uma reação de fixação de complemento descrita na Europa em 1900- o belga Jules Bordet (1870-1961) foi mais feliz do que Carlos Chagas e ganhou o Prêmio Nobel de Medicina em 1919-, portanto a originalidade do exame brasileiro estava na utilidade para uma nova doença.</p>
<p style="text-align: justify;">Início de uma fértil linha de pesquisa por dois jovens médicos, então com 28 anos? Estreia para o que hoje poderia ser chamado de um promissor Curriculum Lattes? Negativo! Astrogildo e Cezar não voltaram ao tema nos mais 30 anos de vida. Astrogildo faleceu em 1945 e distinguiu-se por contribuições veterinárias e Cezar lhe sobreviveu por quatro anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem folhear o livro <em>Diseases of the Heart</em>, editado por Eugene Braunwald (nascido em 1929), encontrará Machado Guerreiro test, uma rara menção ao Brasil no corpo do texto do livro. Este exame laboratorial é citado no capítulo Chagas disease, a denominação na língua inglesa. A nossa designação até a década de 50 foi Doença de Carlos Chagas (Viana G- Contribuição para o estudo da anatomia patológica da “moléstia de Carlos Chagas”, Mem Inst Oswaldo Cruz 3:276-294, 1911. Pondé A- A cardiopatia chagásica na doença de Carlos Chagas, Arq Bras Cardiol 1:27-70, 1948). Simplificamos para Doença de Chagas por influência norte-americana, como resultado da “tradução” de Chagas Disease. Yes, nós temos Chagas!<br />
Astrogildo e Cezar são cientificamente xifópagos como outros tantos na Cardiologia (Bezold-Jarich, Stokes-Adams, Frank-Starling, Blalock-Taussig e Cheyne-Stokes). A dupla tornou-se inseparável- diríamos uma literal fixação por um complemento laboratorial- às custas de um método que não era criação deles e de uma doença que não lhes representou continuidade de pesquisa.</p>
<p style="text-align: justify;">Astrogildo e Cezar atuando como dois satélites de Chagas conseguiram ter também luz própria- e tão somente com uma nota preliminar. Globalizaram-se como epônimos!</p>
<p style="text-align: justify;">Obra prima num único golpear de um certeiro Machado Guerreiro!</p>
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		<title>HM 56- Curiosidades sobre celebridades da Cardiologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Prof. Dr. Max Grinberg]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2020 12:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História da Medicina]]></category>
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					<description><![CDATA[Conhecer um pouco sobre celebridades da Cardiologia faz parte da busca por exemplos sobre comportamentos perante desafios, perseverança para encontrar caminhos e rechaçar obstáculos, e sobre capacidade para vislumbrar o ponto de interesse.   COMO ENCOLHEU&#8230; O eletrocardiográfo do indonésio-holandês Willen eletro Einthoven (1860-1927) pesava 270 Kg, era operado por 5 técnicos e o cabo para ir do laboratório ao paciente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Conhecer um pouco sobre celebridades da Cardiologia faz parte da busca por exemplos sobre comportamentos perante desafios, perseverança para encontrar caminhos e rechaçar obstáculos, e sobre capacidade para vislumbrar o ponto de interesse.</p>
<ol>
<li><strong> </strong><strong> </strong>COMO ENCOLHEU&#8230; O eletrocardiográfo do indonésio-holandês Willen eletro Einthoven (1860-1927) pesava 270 Kg, era operado por 5 técnicos e o cabo para ir do laboratório ao paciente no hospital media 1500 metros.</li>
<li style="text-align: justify;"> SERVE PRA QUÊ MESMO?&#8230; O eletrocardiógrafo despertou ceticismo inicial, o que motivou Willen eletro Einthoven a pensar rápido em marketing e publicar More on the Electrocardiogram.</li>
<li style="text-align: justify;">RECONHECER SÓ APÓS MORRER&#8230; O mineiro da cidade de Oliveira, Carlos Ribeiro Justiniano doença Chagas (1879-1934), recebeu uma grande homenagem em Paris. Por que não no Rio de Janeiro? Porque à época, ele estava sendo alvo de muitas críticas dos seus compatriotas. Já o prussiano Wilheim doença Ebstein (1836-1912) teve a descrição da anomalia praticamente ignorada até 15 anos após sua morte.</li>
<li style="text-align: justify;">SERÁ QUE DARIA PARA PUBLICAR NO CIRCULATION?&#8230; O artigo original do mineiro da cidade de Oliveira, Carlos Ribeiro Justiniano doença Chagas (1879-1934), tinha 60 páginas, em duas colunas, a da esquerda escrita em português e a da direita escrita em alemão. Ah! ia me esquecendo, ele não tinha nenhuma referência bibliográfica.</li>
<li style="text-align: justify;">DEVOLVER AO AUTOR POR FALTA DE ESTATÍSTICA E GRUPO CONTROLE&#8230; O mexicano José Manuel manobra Rivero Carvallo relatou que de 11 casos com acentuação inspiratória do sopro, 10 tinham comprovação anatomopatológica de insuficiência tricúspide e concluiu que a manobra, excepcionalmente, poderia ser positiva sem aquela valvopatia.</li>
<li style="text-align: justify;">AGUARDANDO JONES&#8230; O inglês Thomas &#8220;Coréia&#8221; Sydenham (1624-1689) depois de fazer parte do exército de Oliver Cromwell estudou Medicina e publicou On St. Vitus Dance, sem que passasse pela sua cabeça que poderia haver alguma relação com a doença reumática. O que foi realizado subsequentemente por Thomas critérios Duckett Jones (1899-1954).</li>
<li style="text-align: justify;">MUITO PRAZER&#8230; O alemão Albert von reflexo Bezold (1836-1868) fez a publicação sobre atividade inibitória em 1867, quando nem era nascido o tirolês Adolf reflexo Jarisch (1891-1965), que apresentou suas experiências em 1948, referindo-se ao efeito Bezold; reconheceu, foi reconhecido e tornaram-se conhecidos juntos como reflexo de Bezold-Jarish.</li>
<li style="text-align: justify;">FAÇA O QUE EU DIGO, MAS&#8230; O alemão Karl Ludwig nódulo Aschoff (1866-1942) fez a comunicação oral da sua descoberta atribuindo méritos ao japonês Sunao Tawara (1873-1952), seu discípulo e quem, de fato, procedera aos exames. Mas&#8230; publicou sozinho.</li>
<li style="text-align: justify;">NÃO FICOU EM BRANCO&#8230; O norte-americano Paul Dudley síndrome White (1886-1973) foi à Inglaterra, mostrou ao inglês Sir Thomas Lewis alguns eletros que levara no bolso e recebeu resposta que se tratava de um simples bloqueio de ramo; White, <em>red</em> de raiva, não desistiu, pegou aquele ônibus de dois andares e foi até o hospital do inglês John &#8220;Síndrome&#8221; Parkinson (1885-1976) que achou alguns traçados iguais no seu arquivo, igualmente de pacientes com taquicardia paroxística. Muito feliz, White tomou o navio de volta, foi direto do cais de New York para o Massachusetts General Hospital e ordenou ao novato Louis &#8220;Síndrome&#8221; Wolff que escrevesse o trabalho, imediatamente, juntando os 7 casos deles com os 4 que Parkinson lhe emprestara. O mais novo se deu melhor, afinal, ultimamente tem sido assim: &#8211; quantos Wolffs (síndrome de Wolff-Parkinkon-White) o colega viu este ano?</li>
<li style="text-align: justify;">AUTOCATETERISMO&#8230; O alemão Werner  cateter Forssmann (1904-1979) estava louco para inventar o cateterismo cardíaco, mas não conseguiu autorização do seu superior para tentar obter imagens com contraste em pacientes. Ele obteve o consentimento dele mesmo e com o idealismo dos 25 anos e a ajuda de uma enfermeira apaixonada introduziu uma sonda ureteral na própria veia do braço, injetou contraste e correu para o laboratório de radiologia. Depois que mostrou a chapa, nunca mais recebeu um <em>nein</em>.</li>
<li style="text-align: justify;">GLOBALIZAÇÃO &#8230; O paulista de São José dos Campos, Cezar reação Guerreiro (1885-1949) conheceu o paraense de Belém, Astrogildoreação Machado (1885-1945) em Manguinhos, no Rio de Janeiro, e ambos receberam a incumbência do paulista de São Luis de Paraitinga Oswaldo Gonçalves febre amarela Cruz (1872-1917) de aplicar a reação de fixação do complemento dos belgas Jules Jean Baptiste Vincent prêmio Nobel Bordet (1870-1961) e Octave Gengou (1875-1957) a pacientes sob observação do mineiro Carlos doença Chagas. Eles apresentaram os resultados como nota prévia, em 1913, sem nenhuma referência bibliográfica, e, sabe lá por qual motivo, nunca mais publicaram nada sobre o assunto. Mas que sorte! Foram parar em Chagas´Disease no livro globalizado do austríaco-norte-americano Eugene Braunwald (nascido em 1929), dois raros brasileiros referidos no corpo do texto.</li>
<li style="text-align: justify;">MOLINHA PRU&#8230;DENTE&#8230; Charles Thomas Stent (1807-1885) foi um dentista londrino, que criou um material para impressão dentária com melhor capacidade de moldagem do que a guta-percha. O material foi usado na Primeira Guerra Mundial como molde para enrolar enxertos de pele. Vai informação, vem criatividade, tornou-se prudente para circulação&#8230;</li>
<li style="text-align: justify;">SEXO FRÁGIL?&#8230; Apgar era a norte-americana Virginia (1909-1974), a primeira mulher Chefe de Departamento de Anestesiologia; Taussig era a norte-americana Helen blue baby Brooke (1898-1986) e dirigiu a American Heart Association; Lancefield era a norte-americana Rebecca streptococccus Craighill (1895-1981) e foi presidente da American Association of Immunologist; Noonan síndrome é a norte-americana Jacqueline (1928-2020 ), que foi Professora Titular de Pediatria, Kentuchy University.</li>
<li style="text-align: justify;">CONGÊNITO ADULTO&#8230; O francês Etienne-Louis Arthur tetralogia Fallot (1850-1911) relatou três casos que acompanhara clinicamente e depois fizera a necropsia; se vocês achavam que eram crianças, enganaram-se, nenhum deles era: Alexander tinha 19 anos, Theodore, 26 anos e Victor,36 anos. Neste, Fallot fez o diagnóstico clínico de Fallot, baseado no aprendizado dos dois primeiros, mas, infelizmente, Blalock e Taussig não tinham ainda entrado na Faculdade&#8230;</li>
<li style="text-align: justify;">SÓ UMA OLHADA&#8230; Mikito pulseless Takayasu (1859-1938) descobriu a alteração ocular, mas não se deu conta da ausência de pulso arterial, dizem, porque na cultura japonesa não há o hábito de se dar a mão para cumprimentar&#8230;</li>
<li style="text-align: justify;">SAINDO PELOS OUVIDOS&#8230; O italiano Antonio Maria Valsalva (1666-1723) queria fazer diagnóstico de perfuração do tímpano, tornou-se milagreiro ao fazer um homem se tornar ex-surdo, removendo-lhe cera do ouvido e é adotado pelos cardiologistas quando eles querem melhorar a audição para reconhecer certos sopros&#8230;</li>
<li style="text-align: justify;">NÃO CONHECIA HIPERTENSÃO???&#8230; O russo Nicolai Sergeyvich Korotkoff (1874-1920) interessou-se por fístulas arteriovenosas por arma de fogo, foi voluntário-médico durante a guerra sino-russa e usando o manguito de Riva-Rocci descobriu os sons relacionados com a compressão arterial. A partir daí, a pressão diastólica passou a ser medida e a assassina silenciosa ganhou critério. A batalha continua&#8230;</li>
<li style="text-align: justify;">ZÉ???&#8230;NÃO DÁ&#8230; O personagem do livro Pickwick Papers de Charles Dickens que tinha a síndrome de Pickwick não era o Samuel Pickwick, o protagonista central, era o bonachão cocheiro Fat Boy Joe. Mas síndrome de Zé não iria colar, daí&#8230;</li>
<li style="text-align: justify;">BIOÉTICA NO SÉCULO XVII&#8230; PERO NON MUCHO&#8230; O inglês Thomas Coréia Sydenham (1624-1689) teve o mérito de redirecionar a medicina para a beira do leito. Ele usava o princípio de que o que era útil era bom e ensinava que o que vale é a observação e acúmulo de experiência, pois a doença é um processo natural e não sobrenatural, nada escrevo que não seja fruto de minha constatação, ensinava aos seus discípulos. Por fim: &#8230; o papel do clinico não é cuidar da moral do paciente, é tornar o seu corpo mais saudável&#8230;</li>
<li style="text-align: justify;">SENHOR EDITOR, É UM CASO SÓ, MAS IMPACTO E CITAÇÃO GARANTIDOS&#8230;Assinado: Victor Eisenmenger, alemão (1864-1932); Wilhelm Ebstein, prussiano (1836-1912); Edvard Ehlers, dinamarquês (1863-1937)&amp; Henri-Alexandre Danlos, francês (1844-1912); René Lutembacher, francês (1884-1968); Bernard-Jean Antonin Marfan, francês (1858-1942).</li>
<li style="text-align: justify;">OUVIDO DE URUBU DEVE SER BOM&#8230; O norte-americano Austin soproFlint (1812-1886) e o escocês Sir &#8220;Sopro&#8221; Graham Steell (1624-1689) auscultavam os pacientes com estetos de 1a geração- daqueles que nem dava para pendurar no pescoço-, anotavam tudo e ficavam aguardando o dia de ver a necropsia e conferir com o caderno na mão&#8230;</li>
<li style="text-align: justify;">O DE OLHO MAIS FECHADO VIU MELHOR&#8230; O tcheco Johannes Evangelista Purkinje (1787-1869) não encontrou no homem as fibras que havia visto em animais e considerou-as integrantes da função mecânica ventricular; foi o japonês Sunao Tawara (1873-1952), quem se apercebeu da função que elas tinham de conduzir o impulso elétrico.</li>
<li style="text-align: justify;">HAJA VÁLVULAS PRA TANTO RUÍDO&#8230; No século XIX, foram vistas 8 bulhas cardíacas normais, pela soma das duas audíveis no choque da ponta, duas no terço inferior do esterno, duas no terceiro espaço intercostal esquerdo e duas no segundo espaço intercostal direito. Ufa! Ainda bem que alguém sacou a existência do foco de ausculta, senão que trabalhão teríamos pra anotar a ausculta cardíaca, como é mesmo, hiperfonese da quinta e desdobramento da sétima? Ou será ao contrário&#8230;</li>
<li style="text-align: justify;">AMARELOU&#8230; O inglês William Whitering (1741-1799) soube de um segredo para a cura de edema que uma senhora idosa guardava na cidade de Shropshire. Foi até lá, conversou com a velhinha, aliás, simpaticíssima, convenceu-a a lhe dar um saquinho e de volta ao laboratório, verificou que era uma mistura de 20 ervas; descobriu que o diurético era a digitalina da dedaleira (fox-glove). Whitering titulava a prescrição de acordo com os efeitos colaterais: -&#8230; se perceberem que os objetos se tornam amarelados, parem de tomar&#8230; Pouco mais de 100 anos depois, Vincent van Gogh passou a pintar com dominância do amarelo. Gosto não se discute, mas acontece que um quadro desta fase é Dr.Gachet, o seu médico segurando uma planta. Qual? uma fox-glove. Foi o bastante para dizerem que van Gogh tomava digitalina, e muita&#8230;, que na ocasião era prescrita para casos de convulsão e mania. O diagnóstico ficou como xanto&#8230;psincel. Quanto será que media o intervalo PR de van Gogh? Pena que Einthoven só nasceu muitos anos depois&#8230;</li>
<li style="text-align: justify;">PRÊMIO NOBEL DEMORA MAS CHEGA&#8230; Duas celebridades da Cardiologia receberam o Prêmio Nobel. O indonésio-holandês Willen &#8220;Eletro&#8221;  Einthoven (1860-1927) inventou o eletrocardiográfo nos primeiros anos do século XX e levou a láurea em 1924, enquanto que o aloprado alemão Werner cateter Forssmann (1904-1979) esperou 27 anos para ir à Escandinávia e ainda teve que dividir com o francês André Frédéric Cournand (1895-1988) que desenvolveu o método- idéia e prática reconhecidas!</li>
</ol>
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		<title>HM 55- Quinino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Prof. Dr. Max Grinberg]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2020 15:35:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História da Medicina]]></category>
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					<description><![CDATA[O quinino está de volta! É ancestral químico da hidroxicloroquina. Quem gosta de água tônica consome um quantidade ínfima. Suas propriedades medicinais estão ligadas a lenda em cenário da América do Sul. O título pode ser A casca do jesuíta que cura febre. A história do quinino insere-se nas observações do anatomista Oliver Wendell Holmes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-thumbnail wp-image-24193" src="https://bioamigo.com.br/wp-content/uploads/2020/04/cinchona-150x150.jpg" alt="cinchona" width="150" height="150" />O quinino está de volta! É ancestral químico da hidroxicloroquina. Quem gosta de água tônica consome um quantidade ínfima.<img loading="lazy" decoding="async" class="alignright" src="https://1.bp.blogspot.com/-28brmar5SOQ/UwphzHm4esI/AAAAAAAANtg/gZtX8nk4wbw/s1600/%C3%A1gua+t%C3%B4nica+brahma+tampa.jpg" width="176" height="165" /></p>
<p style="text-align: justify;">Suas propriedades medicinais estão ligadas a lenda em cenário da América do Sul. O título pode ser <em>A casca do jesuíta que cura febre</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">A história do quinino insere-se nas observações do anatomista Oliver Wendell Holmes (1809-1894): &#8220;<em>&#8230; A medicina sempre se apropria do que possa mitigar o sofrimento e, assim, aprendeu com um monge como usar o antimônio, com um soldado como tratar a gota,, com um marinheiro como prevenir o escorbuto, com um carteiro como desobstruir a trompa de Eustáquio, com uma leiteira como prevenir a varíola e com uma comerciante a causa &#8220;externa&#8221;  da escabiose e com um jesuíta como curar febres&#8230;&#8221;</em></p>
<p style="text-align: justify;">Um jesuíta em missão de catequese nos Andes peruanos moribundo com febre altíssima foi salvo pelo chá da casca de uma árvore servido pelos indígenas. A Condessa de Cinchona, esposa do Governador do Peru estava com febre e mau estado geral e recebeu o chá da casca da árvore e se recuperou. Em ambas as situações, os relatos destacam que o uso se deu <em>apesar dos protestos dos médicos.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Credita-se a Carl Nilsson Linnæus (1707-1778) a denominação de cinchona à árvore que fornece a referida casca, e que originou uma derivação do termo para quinino cerca de um século após a sua introdução na Europa com grande impacto: <em>cinchona está para a medicina assim como a pólvora está para a guerra.</em>  Na Inglaterra, uma mistura de quinino, folhas de rosa, suco de limão e água fez sucesso no alívio de febres. Especialistas em cinchona receberam títulos honoríficos.</p>
<p style="text-align: justify;">Como ocorre em muitas circunstâncias, quinino foi alvo do abuso, prescrito em casos dissociados de indicação e em doses exageradas causadoras de malefícios. A História de Medicina registra que foi Thomas Sydenham (1624-1689), o epônimo da coreia associada à doença reumática, quem difundiu o uso do quinino para casos de malária.</p>
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		<title>HM 54- Anel protetor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Prof. Dr. Max Grinberg]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2020 11:56:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História da Medicina]]></category>
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					<description><![CDATA[Em tempos de uma pandemia por vírus com porta de entrada em vias aéreas, é interessante destacar o papel do anel de Waldeyer, tecido linfoide que forma as tonsilas faríngea, palatina e lingual e atua na defesa imunológica especialmente na infância. O epônimo é o anatomista alemão  Heinrich Wilhelm Gottfried von Waldeyer-Hartz (1836-1921), a quem é [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em tempos de uma pandemia por vírus com porta de entrada em vias aéreas, é interessante destacar o papel do anel de Waldeyer, tecido linfoide que forma as tonsilas faríngea, palatina e lingual e atua na defesa imunológica especialmente na infância.</p>
<p>O epônimo é o anatomista alemão  Heinrich Wilhelm Gottfried von Waldeyer-Hartz (1836-1921), a quem é creditado também a criação do termo cromossomo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>HM 53- Antimônio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Prof. Dr. Max Grinberg]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Mar 2020 11:50:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História da Medicina]]></category>
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					<description><![CDATA[A ausência de uma droga preventiva ou curativa para o Sars-Cov-2 provoca o desejo da sua pronta descoberta. Profissionais correm contra o tempo. Visam à beneficência mas têm responsabilidade com a não maleficência. Urge conter o número de óbitos sem, contudo, desconsiderar possibilidades de eventuais danos imediatos ou futuros de novas recomendações. O valor da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A ausência de uma droga preventiva ou curativa para o Sars-Cov-2 provoca o desejo da sua pronta descoberta. Profissionais correm contra o tempo. Visam à beneficência mas têm responsabilidade com a não maleficência. Urge conter o número de óbitos sem, contudo, desconsiderar possibilidades de eventuais danos imediatos ou futuros de novas recomendações.</p>
<p style="text-align: justify;">O valor da não maleficência pode ser ilustrada pela origem do termo antimônio. É um elemento químico de número atômico 51, sólido à temperatura ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">O monge Basil Valentine no século XV observou que porcos engordavam quando eram alimentados com um determinado composto. Ele, então, administrou para monges que estavam emagrecidos pela carência de comida à época. Todos morreram. Por isso o nome antimoine que originou  antimônio (antimonge).</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, o tártaro emético é Antimonium tartaricum.</p>
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		<title>HM 52- Tão velho quanto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Prof. Dr. Max Grinberg]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jul 2019 09:47:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História da Medicina]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[Nota: Há uma pesquisa incorporado dentro deste post, por favor visite o site para participar na enquete deste post.
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		<title>HM 51- Anestesia geral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Prof. Dr. Max Grinberg]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Jun 2019 13:08:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História da Medicina]]></category>
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		<title>HM 50-  Doença de Parkinson</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Prof. Dr. Max Grinberg]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Jun 2019 12:11:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História da Medicina]]></category>
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