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	Comentários sobre: 120-Acrasia e o interesse da Bioética	</title>
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	<description>Aplicação da Bioética na beira do leito para profissionais da saúde</description>
	<lastBuildDate>Fri, 28 Aug 2015 12:30:17 +0000</lastBuildDate>
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		Por: 148-É fácil&#8230;Difícil será&#8230; Você deve conhecer muitas composições &#124; * Bioamigo * Bioética da Beira do leito		</title>
		<link>https://bioamigo.com.br/acrasia-e-o-interesse-da-bioetica/#comment-104</link>

		<dc:creator><![CDATA[148-É fácil&#8230;Difícil será&#8230; Você deve conhecer muitas composições &#124; * Bioamigo * Bioética da Beira do leito]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2015 12:30:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[[&#8230;] Há muitos exemplos da contraposição  É fácil&#8230; Difícil Será&#8230; Relaciono abaixo 10 delas, representantes do descompasso entre presente e futuro, que se ajusta ao conceito de acrasia &#8211;disposição débil do caráter que prejudica que um desejo fundamentado na razão sobre um benefício movimente-se para a vontade da realização. https://bioamigo.com.br/?p=3347 [&#8230;]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>[&#8230;] Há muitos exemplos da contraposição  É fácil&#8230; Difícil Será&#8230; Relaciono abaixo 10 delas, representantes do descompasso entre presente e futuro, que se ajusta ao conceito de acrasia &#8211;disposição débil do caráter que prejudica que um desejo fundamentado na razão sobre um benefício movimente-se para a vontade da realização. https://bioamigo.com.br/?p=3347 [&#8230;]</p>
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		Por: Carlos Alberto Pessoa Rosa		</title>
		<link>https://bioamigo.com.br/acrasia-e-o-interesse-da-bioetica/#comment-103</link>

		<dc:creator><![CDATA[Carlos Alberto Pessoa Rosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2015 17:36:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pratico uma abordagem de respeito à autonomia abrindo a possibilidade de um diálogo. Como ex-fumante, sei da dificuldade para largar o vício quando se é dependente. Parei de fumar há 35 anos e digo que foi ontem, ainda tenho salivação abundante quando escrevo ou falo a palavra cigarro. Aliás, tenho um sonho repetitivo em que estou em uma praça, tiro o cigarro do bolso e o levo até a boca, acordando quando percebo que o acendi e vou tragar. O exemplo abre a possibilidade de um diálogo e abertura para sugerir terapia, sempre há uma dose de ansiedade agindo na mente do dependente. Muitos pacientes, quando termino a consulta, me perguntam: O senhor não vai falar do cigarro? Digo que ele já sabe de todos os males pela mídia, não serei mais um a pressioná-lo, o que só piora, mas que posso conversar sobre isso por ser um ex-fumante. Consigo resultado positivo em boa parte, se não o abandono, pelo menos, um uso menos compulsivo. Agora, o que vejo de barbárie, é colegas agirem de modo paternalista sendo fumantes e apresentarem uma bela cintura abdominal. Dia desses um paciente referiu-se a um colega que disse que não trataria mais dele se não parasse de fumar, não fizesse exercício e não controlasse a alimentação. O tal apresenta síndrome metabólica, glicemias em torno de 200, é fumante e está com 112 Kg, apesar de 1,70 m de altura, e seu único exercício e a mastigação. Max, belo caso e bela reflexão, vou pedir licença para pegar um caso real, mudando os nomes, e colocá-lo no livro, já havíamos fechado os casos, mas acho que vale a pena se você permitir, citando logicamente, assim aproveito para indicar os leitores a irem até o bioamigo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pratico uma abordagem de respeito à autonomia abrindo a possibilidade de um diálogo. Como ex-fumante, sei da dificuldade para largar o vício quando se é dependente. Parei de fumar há 35 anos e digo que foi ontem, ainda tenho salivação abundante quando escrevo ou falo a palavra cigarro. Aliás, tenho um sonho repetitivo em que estou em uma praça, tiro o cigarro do bolso e o levo até a boca, acordando quando percebo que o acendi e vou tragar. O exemplo abre a possibilidade de um diálogo e abertura para sugerir terapia, sempre há uma dose de ansiedade agindo na mente do dependente. Muitos pacientes, quando termino a consulta, me perguntam: O senhor não vai falar do cigarro? Digo que ele já sabe de todos os males pela mídia, não serei mais um a pressioná-lo, o que só piora, mas que posso conversar sobre isso por ser um ex-fumante. Consigo resultado positivo em boa parte, se não o abandono, pelo menos, um uso menos compulsivo. Agora, o que vejo de barbárie, é colegas agirem de modo paternalista sendo fumantes e apresentarem uma bela cintura abdominal. Dia desses um paciente referiu-se a um colega que disse que não trataria mais dele se não parasse de fumar, não fizesse exercício e não controlasse a alimentação. O tal apresenta síndrome metabólica, glicemias em torno de 200, é fumante e está com 112 Kg, apesar de 1,70 m de altura, e seu único exercício e a mastigação. Max, belo caso e bela reflexão, vou pedir licença para pegar um caso real, mudando os nomes, e colocá-lo no livro, já havíamos fechado os casos, mas acho que vale a pena se você permitir, citando logicamente, assim aproveito para indicar os leitores a irem até o bioamigo.</p>
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