384- Identidade de gênero

A identidade de gênero é construída na puberdade e adolescência. Há um número de crianças e adolescentes  que manifestam desejo de ser do sexo oposto, uma parte mantém como decisão para a sua vida e outra não sem que saiba ainda o que determina a desistência.  “ze” substitui “he” ou “she”.  Pais e médicos desejam ajudar.  Todavia, há pouca evidência científica para apoiar condutas terapêuticas. http://www.thenewatlantis.com/publications/growing-pains.

 

383- Médico caçador-coletor de conhecimentos

Desde a graduação, o médico suprime e acresce condutas à beira do leito. É o que dá a sustentabilidade do fazer o bem clínico melhor para o paciente. Inovações se sucedem cada vez mais aceleradas, a biotecnologia renovada sustenta benefícios diagnósticos e terapêuticos. O idiopático passou a ser conhecido, o niilismo terapêutico reduziu-se. O aprimoramento pessoal a respeito do binômio útil e o eficaz para ser aplicado é objetivo primário na relação médico-paciente. O aperfeiçoamento da segurança pela expansão dos benefícios determina olhares atentos de ajustes à individualidade. A sociedade está mais atenta por meio da facilidade de informações em sites na internet.  O hábito caçador-coletor que viabiliza a transferência do conhecimento acerca do progresso científico, na velocidade de alguns cliques,  subentende o médico manter o hábito da educação continuada, leituras de periódicos e livros e participação em eventos científicos de várias naturezas com colegas, incluindo a troca de experiências, o espírito hipocrático do ensinamento. O acervo do estado da arte é renovável e revogável, sujeito a incertezas da teoria e a probabilidades da prática; estar atualizado significa para o médico investimento em tempo e reserva financeira, o que reforça a atenção à remuneração de forma justa.

382- Alvo, prudência e zelo

A simplicidade é virtude que dá o tom da naturalidade, a Medicina é ciência da saúde, ipso facto, o médico põe em foco a saúde do ser humano, caso contrário ele deixaria de ser agente da Medicina. De maneira estendida, o médico capacita-se a enxergar e influenciar na beira do leito, na academia e na política de saúde, os amplos fatores da vida que têm impacto no conceito de saúde como bem-estar físico, psíquico e social e mais atualmente incluindo a capacidade de adaptação ao meio em que vive.

Prudência e zelo devem ser cuidados com rigor e se edificam com matéria-prima tecnocientífica e humana.  Como antônimos de negligência e de imprudência, pressupõe-se que o máximo de prudência e zelo não possam deixar de lado nenhum dos dois componentes. Descuidos, desleixos, indolências são comportamentos tão superponíveis quanto reprováveis.  Muitas vezes há certo desequilíbrio circunstancial entre tecnociência e humanismo, mas ambos precisam estar presentes numa determinada proporção, cada caso terá a sua medida aceitável. Numa emergência predomina o componente tecnocientífico, enquanto numa terminalidade de vida a atenção humana é a tônica. Prudência, zelo e alvo de toda a atenção do médico  é a saúde do ser humano, em benefício da qual deverá agir com o máximo de zelo e o melhor de sua capacidade profissional (Princípio fundamental II do Código de Ética Médica vigente) guardam sintonia na medida em que associa a intencionalidade pela consciência de um objetivo, a reflexividade da consciência sobre a Medicina e a pureza que afasta manchas possíveis num desnível de  poder entre o médico instrumentado e  o paciente vulnerável.

O melhor de sua capacidade profissional traz situação de relatividade. A abrangência e a profundidade da Medicina atual fazem com que a expertise de cada médico tenha limites. Especialistas em uma disciplina ao mesmo tempo em que se afastam de outras especialidades e confinam a capacidade profissional, podem ter diferenças de formação e de vivência tornando o melhor uma classificação sujeita à individualidade e fazendo lembrar a necessidade da atuação em time.

Fica claro que o número do CRM simboliza um médico apto a exercer a integralidade da Medicina, mas, mesmo que a lei 3268/57 não especifique,  ele deve ter a consciência do quantum possui de habilidade profissional. A exigência da Residência Médica e da especialização, por iniciativa própria e ordenação de terceiros, encontra acolhida neste Princípio Fundamental. E, de certa forma, indica as vantagens do direcionamento para o trabalho em equipe, inter e intradisciplinar, onde se mesclam coordenações e aplicações de métodos específicos.

381- Indicação de procedimento

A indicação de um procedimento do médico ao paciente ocorre na intimidade da relação médico-paciente, o doente fornece dados e fatos que captados pelo médico transformam-se em condutas de atenção às necessidades, na melhor proporção entre benefício, segurança e preferência. Assim, o dever da indicação cientificamente reconhecida e respeitosa à legislação vigente é intocável por terceiros. Indicar significa recomendar, portanto uma fase pré-aplicação efetiva em relação aos objetivos diagnósticos, terapêuticos e preventivos. Mais de 50 anos após a promulgação, a lei 3268/57 permite ao médico atuar em todos os ramos da Medicina, com implicação óbvia na responsabilidade pelo que vier a fazer.  A atualidade da beira do leito tem privilegiado uma setorização por especialidade perfeitamente compreensível pela abrangência cada vez maior associada à alta velocidade de transferência de conhecimento.  Assim, o caráter e a consciência do médico são moduladores essenciais das iniciativas de indicação do procedimento adequado ao paciente e do entendimento das limitações e prática da interconsulta e encaminhamento a colegas reconhecidamente mais experientes no contexto da situação clínica em questão.

380- Respeito à pessoa

Hipócrates afastou a Medicina dos deuses e destacou o poder do médico sobre a vida das pessoas. O seu Juramento é ponto de referência histórico sobre o comportamento pró-dignidade e pró-integridade e tem sido tradicionalmente renovado às formaturas, incluindo a vocalização de Em todas as casas em que entrar, fá-lo-ei apenas para benefício dos doentes, evitando todo o mal voluntário e a corrupção.  A natureza humana inclui possibilidades de violência de diversos matizes e a vulnerabilidade do ser humano acentua-se em momentos de dor, sofrimento e doença, quando o médico tem alto poder de influência. Estas ocasiões não podem se prestar a atos moralmente reprováveis. Numa batalha, por exemplo, soldado  tem autorização para o extermínio do inimigo, que se for capturado ferido, tem a acolhida do médico que trabalha sem fronteiras ideológicas. As origens da Cruz Vermelha Internacional carregam este espírito humanitário. O julgamento de Nuremberg incluindo médicos é inesquecível e ponto de referência para um “nunca mais”.

O Princípio fundamental VI do Código de Ética Médica  O médico guardará absoluto respeito pelo ser humano e atuará sempre em seu benefício. Jamais utilizará seus conhecimentos para causar sofrimento físico ou moral, para o extermínio do ser humano ou para permitir e acobertar tentativa contra sua dignidade e integridade deve ser entendido no âmbito da intenção incompatível com a missão de médico, os conhecimentos são aqueles da profissão. O dia-a-dia do médico-cidadão envolve uma profusão de informações recebidas extra beira do leito, que ficam à margem do alcance da Ética Médica, sendo de interesse da moralidade pública. Assim como devemos entender absoluto respeito como sendo figura de ênfase, pois respeito não comporta gradação. O sofrimento físico mencionado, repetimos, exclui aquele inevitável por ato terapêutico e a difusão do conceito de ortotanásia afastou uma não terapêutica do enquadramento em indignidade. O Princípio fundamental vai além da relação médico-paciente, ele reforça a necessidade das boas condições de trabalho que evitem sofrimentos morais entre colegas no entorno de competências e responsabilidades.

379- Sou médico, logo cuido da profissão

Na assistência, docência, pesquisa e gestão a postura individual do médico traz reflexos na imagem perante a sociedade. É essencial que o médico tenha em mente que a Medicina é uma ciência e como tal não tem moralidade intrínseca. A sua subordinação à Ética é tradição transmitida à beira do leito pelo exemplo, eterno laboratório do vínculo médico-paciente, onde o médico, ser humano que é, está sujeito, na função, a conflitos de interesse, caso contrário se não houvesse, qual seria o objetivo do Código de Ética Médica? Se este existe é porque a ocorrência cotidiana de infrações à Ética e em todo o território brasileiro tem o potencial de prejudicar o prestígio e o bom conceito da profissão. Deste modo, a aplicação do estado da arte pelo médico pode seguir caminhos éticos ou não. A imensa maioria percorre o rumo da eticidade da formatura à aposentadoria. Certo percentual tropeça em algum artigo, circunstancialmente. A gravidade da eticopatia manifesta-se em raras ocasiões, razão para o ato de cassação, pouco, felizmente.   De um lado, a atenção aos artigos do Código de Ética Médica é pedagógica,  embora  aprendizado pelo negativo (É vedado ao médico), e de outro, há a prevenção ideal, o valor da essência ontológica, o caráter e a consciência do médico guiando sua atitude. A correção de posturas ao longo da carreira é obediência natural aos princípios da Ética pela identificação à própria intimidade, os artigos são no máximo, catalizadores da mesma. Pode-se dizer que a Ética dá a estética das atividades no âmbito da Medicina. Assim, a forma com que há a condução das atividades é que sustenta o prestígio e o bom conceito, a identidade profissional que se deseja reconhecida pela sociedade.  É para lembrança constante, que a limitação superior do médico é a Medicina, ele não pode realizar resultados para os quais não há métodos disponíveis dentro das fronteiras do conhecimento, e precisa manter uma comunicação com competência narrativa no decorrer dos acontecimentos do atendimento, pois o esclarecimento sobre as insuficiências instrumentais fará a diferença de interpretação sobre a qualidade do seu desempenho profissional. Insucessos não-médico-dependentes, pois empenho e saber foram aplicados, podem macular, indevidamente, o prestígio e o conceito da profissão por alta emoção de circunstantes e manchetes direcionadoras da opinião pública. A apuração por meio dos órgãos competentes é borracha efetiva para apagar riscos ao prestigio da classe médica, por mais que haja a possibilidade de a resposta à sociedade ser taxada de corporativista. Não há espaço para o corporativismo maligno, não se deve desejar aquele que inocenta porque é nosso colega, afinal diploma de médico não é salvo conduto de impunidade, mas sempre cabe a melhor compreensão sobre intimidades de ofício justificantes de atos de ajustes. Houve um desserviço à imagem do médico quando a palavra iatrogenia derivou para um sentido negativo. Precisamos desconstruir a sua conotação de erro profissional e reconstruir sobre o a etimologia de iatros (médico) a concepção que tudo é aplicação do médico e que os métodos aplicáveis da Medicina quebram a segurança do paciente dar ênfase que qualquer benefício embute potencial de males e que a eventual ocorrência dos mesmos não representa obrigatoriamente má prática. Ultimamente, a influência da Bioética tem balizado o equilíbrio entre as necessidades do paciente e seus desejos, preferências, objetivos e valores, e este acolhimento é fundamental para a admiração, o respeito e a boa reputação do médico.

378- Sem discriminação

A profissão de médico é indissociável de um imperativo moral consigo mesmo e da herança de um patrimônio da humanidade.  Geração a geração observa-se  o mimetismo de ações intencionalmente beneficentes, ajustáveis a cada época e tanto quanto possível isenta da reprodução de exemplos indevidos.  O médico, ao se habilitar a interagir profissionalmente com a sociedade por meio da obtenção do número do CRM, cumpridas as exigências de lei, dele se espera o propósito de aplicar métodos da Medicina visando ao benefício individual e/ou coletivo consciente da vulnerabilidade do ser humano. Toda pessoa é intrinsicamente vulnerável, depender de outra a faz assim, ademais está sujeita à dor, ao sofrimento e à doença. Portanto, o paciente é um vulnerável que depende da expertise do médico para reverter/reduzir perturbações do seu bem-estar de competência da Medicina. A discriminação acresce vulnerabilidade, e o médico não deve ser uma “etiopatogenia” da mesma, pelo contrário, o comportamento segundo a Ética é de acolhimento. Peculiaridades étnicas, econômicas, religiosas, sociais, ideológicas não devem ser dados de anamnese além da finalidade de contribuir para embasamentos epidemiológicos, nosológicos ou atitudinais, fundamentos para diagnóstico, terapêutica e prevenção consonantes com o estado da arte.

É para se admitir que a palavra discriminação subentenda atitude de preconceito no sentido constitucional do atentatório aos direitos e às liberdades fundamentais. Contudo, sob o aspecto linguístico, separar com um critério caberia também pela etimologia. Assim é necessário observar o conteúdo textual de outros artigos para esclarecer limites e ao mesmo enfatizar o preconceito na interpretação do primeiro Princípio fundamental do Código de Ética Médica: A Medicina é uma profissão a serviço da saúde do ser humano e da coletividade e será exercida sem discriminação de nenhuma natureza.  

377- Voto me enerva

Na terra do futebol assistir aos votos de sete magistrados do Supremo Tribunal Eleitoral (TSE) lembra a disputa por pênaltis na partida final do campeonato. Um placar de 4×3  indica que não deve ser considerada uma superioridade conceitual da parte vencedora, não afirma quem joga melhor.  Evidentemente, não tenho nenhuma competência para fazer uma análise especializada e entendo que decisão judicial é para ser respeitada. O que desejo destacar é que observei nos votos vencidos  uma semelhança de entendimento com a prática médica. A petição inicial jurídica guarda analogia com a queixa principal da anamnese e com a hipótese diagnóstica aposta à solicitação de exames. Os acréscimos  de evidências clínicas e laboratoriais não previstos inicialmente vão para os autos do atendimento, o prontuário do paciente. Passam a ser verdades que se desconsideradas, especialmente se associadas a gravidade clínica e a mau prognóstico, podem caracterizar negligência do juízo clínico. A Bioética valoriza-se pela interdisciplinaridade que significa a reciprocidade de intercâmbios de conceitos, métodos e conhecimentos ocasionando enriquecimento mútuo pela conexão. A interdisciplinaridade entre Medicina e Direito é um dos pilares da Bioética.  Foi estimulante acompanhar as argumentações dos magistrados do TSE com o olhar da Bioética sobre código moral – conjunto de regras de ação e valores propostos, moralidade  dos comportamentos- comportamento real das pessoas em relação ao código  e ética, os três componentes da moral  conforme Michel Foucault (1926- 1984).    Como se diz, a Bioética não firma um certo e um errado, uma das  preocupações é com ajustes às circunstâncias de benefício da Medicina, não malefício  ao paciente e respeito à autonomia dos intervenientes.   Ao persistirem os sintomas, o médico deve se procurado, para preservar seus direitos, o advogado deve ser procurado. Precisamos refletir mais sobre a interdisciplinaridade entre o atendimento a sintomas e os direitos da cidadania.

377- Acerca da Bioética da Beira do leito

Parte do publicado na Revista da Associação Médica Brasileira  Rev. Assoc. Med. Bras. vol.56 no.6 São Paulo  2010.

O leito é ponto de encontro clássico entre o paciente que o ocupa necessitado da medicina e o médico que o assiste, à sua beira, investido da autoridade advinda como representante local da medicina universal.

O simbolismo da beira do leito transcende às verdades do conhecimento científico, ele realça a sequência histórica das boas práticas médicas. Por isso, há grande valor nas atitudes de “anfitrião” e de ” hóspede” com aderência interpessoal a evidências validadas.

O sentido não literal  da beira do leito abriga a competência do profissionalismo que associa racionalidade, competência, cuidar e compaixão. É nele onde se desenha o retrato falado da clínica como fiel expressão do que acontece além da fria objetividade dos métodos da medicina. É nele onde se valoriza o senso individual de qualidade de vida. É nele onde o raciocínio fisiopatológico dialoga com valores, expectativas e interesses do paciente.

O conceito que mais do que casos clínicos, a beira do leito lida com acasos clínicos por combinações infinitas de modalidade e intensidade de morbidades(2) abrange a variedade de interpretações pessoais envolvidas na relação médico-paciente. O exame do que ocorre com o corpo do paciente inclui o exame psicossocial. O processo de tomada de decisão suscita alinhamento do saber acumulado com expressões humanas da circunstância clínica analisada à beira do leito.

É pela beira do leito que o médico mede a extensão do distanciamento entre um padrão bibliográfico da medicina aplicável e a individualidade biográfica receptora do paciente/responsável/familiar. Utilidade e eficácia precisam tornar-se úteis e eficientes. É neste espaço que se aprende que o desnível de conhecimento médico-paciente não autoriza posturas rígidas de “dono da razão” ou de “tutela de domínio”. A sociedade aprende com os próprios médicos, percebe que doenças avançam e que sucessos terapêuticos têm limitações. Os pacientes têm direitos e cada um pode exercê-los ou, de modo simples, por uma postura “o que o médico decidir está bem decidido”, ou, de modo mais plural, personalizando ajustes e negações a controles do avanço mórbido e a habilitações em prol de bom-sucesso.

A Bioética da beira do leito enfatiza que atitude médico-dependente é mais do que atitude medicina-dependente. Distinguir a diferença contribui para dar legitimidade a pactos médico-pacientes, além de estimular o desenvolvimento de modelos de gestão da beira do leito que visem, por meio de uma vigilância contínua sobre atitudes, reduzir os conflitos na interação médico-paciente.

376- Novo pensamento ético para transplante visando melhor qualidade de vida

Não faz muito tempo, o ser humano nascia com o genetica ou congenitamente determinado  por circunstâncias da fecundação e do desenvolvimento intra-uterino e morria em função de grave insuficiência de certos órgãos do corpo. Hoje, assim acontece também, mas acrescentou-se um não necessariamente.

Prevenções por aconselhamentos ao casal e vacinas- como contra rubéola-, intervenções pré-natal além de transplantes de órgãos como coração e fígado inovaram favorecendo a eclosão do não necessariamente.

Atualmente, a engenharia genética pretende “entrega de encomendas” e transplantes trilham o novo caminho não da sobrevida mas da qualidade de vida.

A diferença de justificativa entre transplantar para não morrer em curto prazo e transplantar para obter uma vida mais qualificada inclui uma distinção da relação risco/benefício e, em decorrência, a necessidade de ajustes no pensamento ético.

Ambas situações têm chances de benefício graças aos conhecimentos, habilidades, métodos e recursos de infra-estrutura. todavia a grandeza de riscos é expressiva. Enquanto que a luta pela sobrevida pode ser entendida como última esperança onde qualquer tipo de risco é contrabalançado pelo desejo da manutenção da vida, a aspiração conceitualmente válida de ganhar qualidade de vida na recuperação da função de mão, laringe ou face ou por passar a ter um útero capaz da maternidade caso mal sucedida pode ter graves repercussões clínicas, sem tocar em consequências da interferência na imunidade do receptor.

A Bioética interessa-se por esta  expressão de autonomia do paciente que na busca da felicidade pode associar uma superestimação do êxito técnico e do impacto na qualidade de vida com uma banalização de riscos com expressivo potencial de se tornarem realidades.