Enquete 239- Mata-mosquito. Prioridade no combate ao Aedes aegyptii 75 anos depois…

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Crédito http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC1530890/pdf/amjphnation00734-0025.pdf

Há 75 anos o artigo referido no quadro concluiu sobre o então mosquito- da febre amarela:

O controle do  Aedes aegypti é realizado somente por  inspeções  cuidadosas e repetidas  casa a casa a fim de encontrar e eliminar  todos  recipientes artificiais que os produzem.

Atualmente, o Aedes aegypti  deixou de ser o mosquito-da febre amarela  e tornou-se mosquito de tríplice importância vetorial para o Brasil, exigindo atenção máxima de Saúde Pública. Novos vírus, velhas preocupações sobre a convivência do homem com a Natureza.

O que se observa é que a Natureza no caso do Aedes aegypti- que dela recebeu  o dom de transportar vírus para que eles possam se perpetuar pela contaminação sequente de hospedeiros- não está podendo ser regulada por inovações de fato resolutivas da alta Ciência e Tecnologia de nossa época. Armas para grandes guerras no campo da Saúde não parecem funcionar contra a atitude de guerrilha do mosquito.

Isto significa que cada cidadão tem a responsabilidade de usar as próprias mãos com expedientes nada sofisticados e ser um Mata Mosquito, diretamente como um amador e indiretamente pela colaboração com profissionais do ramo, a atividade  valorizada pelo médico Oswaldo Gonçalves Cruz (1872-1917) no início do século XX, no Rio de Janeiro e que teve de superar muitas objeções:  “… Para atacar a febre amarela, Oswaldo Cruz segue teoria de médicos cubanos que aponta um tipo de mosquito como transmissor… Brigadas de Mata Mosquitos desinfetam ruas e casas… A população acha uma maluquice…”.matamosq

A referida conclusão do artigo científico de 1940 sobre o combate ao Aedes Aegyptii continua atualíssima?

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