BioAmigoBR 108- Hoje é o Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa

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Fonte: IBGE

 

Hoje, 15 de Junho é o dia Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa. Ele foi criado em 2006 pela  Organização das Nações Unidas (ONU) e pela Rede Internacional de Prevenção à Violência à Pessoa Idosa.

É dia para recordar Lúcio Aneu Séneca (4ac-65dc): Quando a velhice chegar, aceita-a, ama-a . Ela é abundante em prazeres se souberes amá-la. Os anos que vão gradualmente declinando estão entre os mais doces da vida de um homem.  Mesmo quando tenhas alcançado o limite extremo dos anos, estes ainda reservam prazeres.

E para  lembrar que em 2060, estima-se que o Brasil terá  58,4 milhões  de idosos (26,7% da população), um poderoso acréscimo aos 14,9 milhões (7,4% do total), presentes em 2013.  Quando então, a expectativa de vida das mulheres será de 84,4 anos e a dos homens de 78,03.

Apenas, para não esquecermos, 2060, será o ano em  que os nascidos em 2000 tornar-se-ão idosos.

O recado é claro: Jovens  brasileiros nascidos no século XX, agora com 15 anos ou mais, construam o respeito ao idoso que vocês gostarão de usufruir, no Brasil, na segunda metade do século XXI.

125-Adolescente amadurecido

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Crédito:http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2013/05/06/noticia_saudeplena,143271/coracapo-partido-nao-e-a-unica-ameaca-ao-coracao-adolescente.shtml

Crianças desenvolvem, ultimamente, certas habilidades mais precocemente do que aconteceu com pais e com avós. Sucedem-se as inéditas para a geração graças à tecnologia. Por isso,  eleva-se a probabilidade de qualificar o adolescente  como amadurecido para tomar decisões. Menos verde, seria mais apropriado, pois não se pode ignorar que entre os 18 e os 21 anos de idade há um grande salto de cidadania. Processos de amadurecimento  do jovem são  individualizados, assim, cada brasileiro em distintos ambientes escreve  uma história personalizada, que tem maior ou menor superposição aos estereotipos da adolescência.

No Brasil discute-se, atualmente, a conveniência da redução da chamada maioridade penal para os 16 anos de idade. A motivação é um sentimento de insegurança e de impunidade. Um fundamento é  da mesma é a ideia de adolescente amadurecido.

Enquanto isto, na Califórnia- onde a maioridade penal dá-se aos 14 anos de idade-, foi dado um passo no seu sentido contrário. Houve a elevação da “maioridade para fumar” de 18 para 21 anos de idade. Estima-se que o cumprimento da lei resultará na redução de cerca de 200 mil mortes prematuras entre os norte-americanos já nascidos desde os anos 2000, ou que venham a nascer até 2019.  Será bastante economia de vidas e de dólares do Sistema de Saúde. Como se sabe, procurar inibir o uso do tabaco tão-somente pelo alerta sobre doenças num futuro longínquo para o jovem, tem grandes limitações de eficiência. Há estudantes de saberes da Saúde que fumam…

Do mesmo modo que muitos admitem que menores de idade possuem capacidade para entender o significado dos crimes a envolvê-los, deve-se supor, também, que eles já conhecem os males do fumo, para si e para os circunstantes. Depreende-se, pois, que o racional da citada lei de restrição ao fumo privilegia o fator da oportunidade: três anos a mais longe do tabaco farão diferença expressiva no consumo e, quem sabe, na subsequente iniciativa de fumar. É linha de pensamento que, de certa maneira, faz analogia com a corrente que entende, que o menor de idade  brasileiro aceder ou virar as costas para oportunidades do crime  sofre alta influência das disponibilidades de educação básica e de apoio à construção do caráter.

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