BioAmigoBR 114- Hoje, 29 de junho, é Dia da Telefonista

telefonistaHoje, 29 de junho é o Dia da Telefonista. comemorado no Brasil desde 1956.

Interessante que a designação é no feminino, não encontrei nenhuma menção a Dia do Telefonista.

Lembro-me da época onde fazer uma ligação telefônica interurbana exigia a intermediação da telefonista.  Discávamos, não teclávamos, como agora.

Ficou, assim, consagrada entre nós a expressão: “… Um momento, por favor…”. A medida do momento, extremamente variada…

As inovações tecnológicas determinaram mudanças radicais na comunicação via telefônica, mas a telefonista persiste profissional essencial em vários setores da sociedade.

126-Bitola Ética

A Bioética da Beira do leito interessa-se pelo ecossistema que decompõe males das doenças, produz benefícios à saúde e estabiliza qualidade de vida e sobrevida. Ela interage simultaneamente com a) os crescentes saberes da Saúde que sustentam centenas de fins diagnósticos e terapêuticos e valem-se de dezenas de métodos e b) os infinitos comportamentos dos pacientes. Para tão numerosos movimentos e contramovimentos, lhe são  úteis não mais do que 4 princípios.

Beneficência, Segurança (Não maleficência), Autonomia e Equidade formam a tetrapartite raiz nutriente do pretendido equilíbrio entre ciência e humanismo na beira do leito. O florescimento da harmonia de bem-estar físico, mental e social – o possível caso a caso- organiza-se em duas premissas da relação médico-paciente. A primeira refere-se às combinações de intenção, ação e comunicação por parte do profissional da Saúde (triângulo 1). A segunda diz respeito à idealidade de reparar o que está doente sem agravar comorbidades e preservando o que está saudável no paciente (triângulo 2).

T1

Triângulo 1

T2

Triângulo 2

A fundamentação principialista não é a única maneira pela qual pode-se enxergar a Bioética. Porém, ela é inegavelmente útil. Especialmente, pela íntima aliança com o vigor ético do dueto pilar da Deontologia Médica: Prudência e Zelo. Continue lendo

Enquete 104- Responsabilidade do médico na Alta a pedido do paciente

Médico cuida do paciente internado e é surpreendido por uma solicitação de alta a pedido. Apesar das ponderações do médico, o paciente assina documentos e deixa o hospital em condição que não prenche critérios tradicionais de alta.

1- Qual é a responsabilidade do médico sobre a evolução clínica a partir de então?

2- O termo Alta a pedido é incorreto porque Alta é prerrogativa do médico?

3- Revogação do Termo de Responsabilidade por parte do paciente pode ser um termo mais adequado?

4- O iminente risco de morte pode ser justificativa para obstar a saída do paciente do hospital?

5- É conveniente o médico anotar no prontuário  a sua discordância com a vontade do paciente e o esclarecimento sobre os riscos da interrupção do atendimento que comunicou ao paciente/responsável?