BioAmigoBR 71- Bonde Ambulância

Cidades brasileiras como Rio de Janeiro e Salvador, nas primeiras décadas do seculo XX, tinham o serviço de Atendimento médico utilizando o bonde. Para a remoção, o bonde parava o mais perto possível da residência do paciente. Não havia nem sirene, nem prioridade de trânsito, nem velocidade de pressa. Útil a sua maneira, a sua época!

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Bonde do Serviço de Saúde. Crédito http://www.ibahia.com/a/blogs/memoriasdabahia/2012/11/05/bondes-para-alem-do-transporte-publico/

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Bonde Assistência Pública. Crédito: http://www.bondesrio.com/paginas/basicas/frame_home_novo.html

 

 

 

112-Comunicação ou comunicado

Comun111Uma pessoa é ao mesmo tempo ligada e independente de outras. Ela se relaciona ou de modo simbólico -agregador ou diabólico- desintegrador.  Na relação médico-paciente, a capacidade  humana da linguagem  deve,  não somente privilegiar o bom uso das palavras, como também proporcionar compreensão mútua- uma palavra, uma resposta, ordenação simbólica. Já uma linha divisória entre médico e paciente é  (não) comunicação diabólica.

A tradição da relação médico-paciente, calcada na confiança sobre o discernimento do bem e do mal, foi construída tijolo a tijolo de transcrição pelo médico no prontuário da palavra emitida e da ouvida do paciente. A prática subentende  a realização do diálogo esclarecedor e a ausência da coerção.  Suficiente sob a óptica da Ética. Bons e maus resultados enquadram-se na compreensão que ficou, mas, fundamentalmente na relação de confiança. Uma documentação de fé pública, na dúvida que se prove que o médico anotou mentira e não que o médico prove que é verdade o que escreveu. Continue lendo