BioAmigo BR 46-Analfabetismo no Brasil na segunda metade do século XX

Segundo o IBGE, o número de analfabetos no Brasil não mudou substancialmente em números absolutos, mas decresceu em número relativo no decorrer da segunda metade do século XX, passando de maioria para minoria.

Em 1950, eram 24 924 223 analfabetos numa população brasileira de 43 573 817, representando 57,2%.

Em 2000, a população brasileira era quase 4 x superior a de 1950: 153 486 617 habitantes, incluindo  25 632 265 analfabetos (16,7%). Portanto  um percentual de analfabetismo menos de um terço em relação ao verificado 50 anos atrás.

105-A intolerável discriminação na relação médico-paciente

399379_257090751029563_100001859203685_631739_1601578363_nA Ética diz ao médico o que lhe é vedado fazer. A Bioética lembra-lhe que deve ter respeito com o paciente. Parece simples, o que não é vedado pode e o respeito sustenta a atitude correta. Mas não é, muito pelo contrário. Pessoas são complexas. Num clima de doença, as modalidades de reação são infinitas.

As recomendações sobre a moralidade do exercício profissional passam a vigorar após a diplomação, o juramento tradicional e a recepção do número de CRM e sustentam a plenitude do ser médico na relação Medicina- médico-paciente-instituição de saúde e sistema de saúde. De algumas décadas para cá,  aulas práticas sobre Ética sucedem-se na Residência Médica. É de se perguntar: Quantos recém-formados podem se manifestar sobre o Código de Ética Médica como fazem sobre os aspectos técnicos do diagnóstico e do tratamento? Creio que uma minoria seria a resposta. A não valorização passa por uma certa visão de obviedade, afinal eles são bem intencionados, não desejam provocar danos ao paciente e estão se esforçando para ser um médico cada vez melhor.

 Não seja negligente, não dê atestado falso, não faça nenhum tipo de violência ao paciente, não desconheça  o saber técnico-científico que é da sua competência profissional são alertas sobre o comportamento que se espera do médico. Porque será que  estas obviedades precisam ser normatizadas?  Porque se convencionou que é melhor que haja um Código para o médico por escrito? Continue lendo