BioAmigoBRasil4- A bandeira do Brasil

bande1Bnade2A bandeira do Brasil é uma das mais bonitas do mundo. A base do seu desenho vem do Império. O retângulo verde, que representava a Casa de Habsburgo de Dona Leopoldina e o losango amarelo da Casa de Bragança de Dom Pedro I. Havia estrelas de prata dispostas em círculo azul, simbolizando as províncias. O escudo de Armas do Brasil ficava ao centro, ladeado por folhas de café e de tabaco.
Após a proclamação da República houve a substituição da parte central. Passou a ser uma esfera azul celeste atravessada por uma faixa branca oblíqua da esquerda para a direita. Nesta inscreveu-se Ordem e Progresso em letras maiúsculas e verdes.
As estrelas distribuíram no círculo azul como num céu –inspirado no do Rio de Janeiro-, representantes dos estados brasileiros e do Distrito Federal. A constelação do Cruzeiro do Sul reúne os estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Bahia, enquanto que a estrela Intrometida refere-se ao Espírito Santo. O número de estrelas atual é 27, elas têm tamanhos diferentes e a única situada acima da faixa branca representa o estado do Pará.

BioAmigoBRasil 5- D. João VI

449px-Domingos_Sequeira_-_D._João_VI

D. João VI

220px-Faculdade_Nacional_de_Medicina_-_UFRJ_-_Universidade_do_Brasil

Faculdade de Medicina da UFRJ- infelizmente demolida

220px-Faculdade_medicina_bahia

Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia

A história política do Brasil tem um marco na abertura dos postos por D. João VI (1767-1826) em 1808. Uma semana depois que chegou ao Brasil, fugido de um plano de invasão de Portugal por Napoleão Bonaparte, o Brasil tornou-se disponível para o comércio exterior aos países amigos de Portugal. Ele criou o Jardim Botânico, a Imprensa Régia e a Academia de Belas Artes, entre outras realizações proporcionadas pela elevação do Brasil a Reino Unido a Portugal e  Algarves.

                D. João VI é um injustiçado. Ele não se tornou nome de cidade, de rua, de avenida, de prédio público, etc…

                Falta inclusive a gratidão mais explícita da Medicina brasileira.  Ainda em 1808, foram criadas pelo seu Governo as duas primeiras Escolas de Medicina do Brasil. Na Bahia, constituiu-se a Escola de Cirurgia da Bahia, hoje a Faculdade de Medicina da Bahia da Universidade Federal da Bahia e  Escola de Anatomia, Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro, hoje Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

BioAmigoBRasil 2- Hino nacional brasileiro

O Hino nacional brasileiro é um dos 4 símbolos da pátria- junto com a Bandeira, o Brasão e o Selo nacionais. A curiosidade é que os autores não se conheceram. O autor da letra é Joaquim Osório Duque-Estrada, que viveu de 1870 a 1927. O compositor da música é Francisco Manuel da Silva, que viveu de 1795 a 1865. A letra foi escrita adaptada à música na primeira década do século XX e aprovada em 1922, praticamente um século após a composição musical.

BioAmigoBRasil 1- Anna Nery, a matriarca da enfermagem do Brasil

Mãe dos brasileiros! Quem sabe o nome da pessoa que recebeu esta denominação?
Ela foi a Anna Justina Ferreira Nery (1814-1880). a matriarca da enfermagem brasileira, que se notabilizou pelos serviços prestados aos cuidados com a saúde dos soldados brasileiros na Guerra do Paraguai (1864-1870). Ele foi voluntária, aos 50 anos de idade. pretendendo estar perto de dois filhos que foram combater. Voltou com o agradecimento na forma da denominação de Mãe dos brasileiros. A tradicional Escola de enfermagem da Universidade Federal do Rio de Janeiro leva o seu nome.Ana Nery

85-Cuidar do paciente sem fazer avaliação moral das preferências

Ensenar-moral-a-nuestros-hijos-3Pela anamnese, o médico ouve o que o paciente está: a) observando em si próprio; b) sentindo a respeito; c) expressando suas necessidades; d) pedindo.

Os dois primeiros ítens são comuns ao paternalismo e à autonomia. Eles dão a medida do que está acontecendo com o paciente e provocam uma compreensão intelectual fundamentada pela Medicina. Nesta parte, o médico está integrando as palavras ouvidas com o seu conhecimento profissional, mas são dois acontecimentos distintos- ouvir e integrar.

São duas pessoas, evidentemente,  exercendo dois papéis distintos, cara a cara, predispostas à interlocução e ao desenvolvimento do atendimento e para que haja mais empatia do que solidariedade é essencial que o médico dê tempo para a manifestação do paciente e se mostre conectado diretamente com a palavra do paciente, por mais janelas intelectuais que possam estar abertas em sua mente.

A experiência profissional contribui para que apenas observação do que está sendo dito pelo paciente mescle-se à audição pelo intelecto- já processando a informação-, sem prejuízo da qualidade de presença do médico. Ou seja, o paciente ver que o médico está ouvindo e com atenção. Anotar durante a vocalização do paciente, atender ao telefone, interromper dando a sensação de “pule esta parte” não são bem apreciadas, habitualmente, pelo paciente ansioso por “contar tudo ao médico”- é terapêutico, inclusive. Continue lendo