61-Aprimorando a representividade do responsável pelo paciente incapaz

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Paciente  incapaz em situação de terminalidade da vida  necessita de um responsável que o substitua para expressar  suas preferências e seus valores com a mais adequada autenticidade.

A informação deve respeitar o princípio da autonomia acerca de eventual declaração prévia de preferências,  em caso negativo, o princípio do julgamento substituto, por meio de inferências sobre valores conhecidos do paciente, ou, quando o representante indicado/legal pouco sabe, o princípio dos melhores interesses, escolhendo o que seria “bom para a maioria”.

As informações assim captadas pelo médico devem ser incorporadas à estratégia de conduta individualizada para o paciente em questão. Há respaldo ético dentro do conceito da ortotanásia, o que significa evitar a desumana distanásia.

Pesquisas alertam sobre um expressivo número de entrevistas entre médico e  responsável indicado/legal em que não são convenientemente abordados nem valores nem preferências do paciente impossibilitado de expressar acerca de decisões sobre o final da vida. Continue lendo